13 de outubro de 2020 Canal Tubotech

Plataforma Retratos Regionais, elaborada pela Firjan, mostra que 238 novas vagas foram abertas no setor em agosto.

As indústrias que atuam no setor de produtos de metal em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, criaram 349 postos de trabalho entre os meses de julho e agosto, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O número é mais do que o dobro das vagas que foram fechadas no setor entre março e junho, que foi de -137.

Os dados forma disponibilizados na plataforma Retratos Regionais da Firjan, que traz mensalmente um recorte setorial e regional do mercado de trabalho no estado do Rio de Janeiro.

Segundo a Firjan, o setor vem desempenhando papel fundamental na retomada da economia do estado. O Indicador de Retomada de Emprego mostra que, desde julho, 92,4% das 1.148 vagas perdidas entre março e junho, já foram recuperadas em todo o Rio de Janeiro.

Em termos de vagas geradas, o setor fica atrás apenas da Construção Civil, que criou mais de 4 mil postos de trabalho em dois meses.

“O Indicador de Retomada de 254,7% mostra que a indústria de produtos de metal de Nova Friburgo já superou o número de vagas perdidas no pior momento da pandemia e cria novos empregos para atender a demanda. Isso sugere que o isolamento social fez com que pedidos fossem cancelados ou adiados, o que agora reflete no aumento de produção das empresas”, diz o especialista de Estudos Econômicos, Marcio Afonso.

É o caso de uma empresa que produz cadeados e maçanetas, onde 32 vagas foram abertas nos últimos meses.

“Registramos um aumento de demanda além do esperado e, por isso, foi necessário contratar mais trabalhadores. A empresa está em regime de 24/7 e a previsão é de que os bons resultados se mantenham nos próximos meses”, explica o diretor da Haga, José Luiz Abicalil.

A plataforma mostra que, na região Centro-Norte, o saldo geral de empregos em agosto foi 229 vagas criadas no mês, mantendo evolução já vista nos últimos meses.

Dentre os doze municípios que compõe a Região Serrana, além de Nova Friburgo, somente quatro tiveram saldo positivo na criação de vagas: Cordeiro, Carmo, Duas Barras e São Sebastião do Alto.

O Comércio teve saldo de duas vagas a mais e os setores de Agropecuária e Serviços registraram mais demissões do que contratações, com menos sete e menos 54 vagas, respectivamente.

No total, incluindo todos os setores econômicos, o estado do Rio abriu em agosto 5.645 vagas, com saldo positivo em 63 dos 92 municípios.

O comércio abriu 2.120 vagas e recuperou, nos meses de julho e agosto, 6,4% do que foi perdido no período mais afetado pela pandemia. Já o setor de serviços perdeu 732 postos de trabalho em agosto e ainda não iniciou o processo de retomada das contratações.

Já a agropecuária, não perdeu vagas entre março e junho, mas teve resultado negativo em julho e agosto.

Plataforma Retratos Regionais

A plataforma Retratos Regionais tem como base o saldo de empregos formais disponibilizados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Em painel setorial são disponibilizados dados específicos dos setores industriais.

Em painel regional, que também permite a busca por município, é apresentado o cenário geral de empregos, incluindo todos os grandes setores. Neste mês, também é disponibilizado Indicador de Retomada dos Empregos. A plataforma pode ser acessada pela internet.

FONTE:
G1


Plataforma Retratos Regionais, elaborada pela Firjan, mostra que 238 novas vagas foram abertas no setor em agosto.

Plataforma Retratos Regionais, elaborada pela Firjan, mostra que 238 novas vagas foram abertas no setor em agosto.

As indústrias que atuam no setor de produtos de metal em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, criaram 349 postos de trabalho entre os meses de julho e agosto, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O número é mais do que o dobro das vagas que foram fechadas no setor entre março e junho, que foi de -137.

Os dados forma disponibilizados na plataforma Retratos Regionais da Firjan, que traz mensalmente um recorte setorial e regional do mercado de trabalho no estado do Rio de Janeiro.

Segundo a Firjan, o setor vem desempenhando papel fundamental na retomada da economia do estado. O Indicador de Retomada de Emprego mostra que, desde julho, 92,4% das 1.148 vagas perdidas entre março e junho, já foram recuperadas em todo o Rio de Janeiro.

Em termos de vagas geradas, o setor fica atrás apenas da Construção Civil, que criou mais de 4 mil postos de trabalho em dois meses.

“O Indicador de Retomada de 254,7% mostra que a indústria de produtos de metal de Nova Friburgo já superou o número de vagas perdidas no pior momento da pandemia e cria novos empregos para atender a demanda. Isso sugere que o isolamento social fez com que pedidos fossem cancelados ou adiados, o que agora reflete no aumento de produção das empresas”, diz o especialista de Estudos Econômicos, Marcio Afonso.

É o caso de uma empresa que produz cadeados e maçanetas, onde 32 vagas foram abertas nos últimos meses.

“Registramos um aumento de demanda além do esperado e, por isso, foi necessário contratar mais trabalhadores. A empresa está em regime de 24/7 e a previsão é de que os bons resultados se mantenham nos próximos meses”, explica o diretor da Haga, José Luiz Abicalil.

A plataforma mostra que, na região Centro-Norte, o saldo geral de empregos em agosto foi 229 vagas criadas no mês, mantendo evolução já vista nos últimos meses.

Dentre os doze municípios que compõe a Região Serrana, além de Nova Friburgo, somente quatro tiveram saldo positivo na criação de vagas: Cordeiro, Carmo, Duas Barras e São Sebastião do Alto.

O Comércio teve saldo de duas vagas a mais e os setores de Agropecuária e Serviços registraram mais demissões do que contratações, com menos sete e menos 54 vagas, respectivamente.

No total, incluindo todos os setores econômicos, o estado do Rio abriu em agosto 5.645 vagas, com saldo positivo em 63 dos 92 municípios.

O comércio abriu 2.120 vagas e recuperou, nos meses de julho e agosto, 6,4% do que foi perdido no período mais afetado pela pandemia. Já o setor de serviços perdeu 732 postos de trabalho em agosto e ainda não iniciou o processo de retomada das contratações.

Já a agropecuária, não perdeu vagas entre março e junho, mas teve resultado negativo em julho e agosto.

Plataforma Retratos Regionais

A plataforma Retratos Regionais tem como base o saldo de empregos formais disponibilizados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Em painel setorial são disponibilizados dados específicos dos setores industriais.

Em painel regional, que também permite a busca por município, é apresentado o cenário geral de empregos, incluindo todos os grandes setores. Neste mês, também é disponibilizado Indicador de Retomada dos Empregos. A plataforma pode ser acessada pela internet.

FONTE:
G1


13 de outubro de 2020 Canal Tubotech

O trimestre tem sido quase perfeito para o minério de ferro. O real fraco ante o dólar, os volumes crescentes da produção e a recuperação dos preços levaram os analistas a rasgarem elogios ao setor.

Com o título “é hora do aço”, o BTG acredita que esse é um dos melhores momentos da commoditie nos últimos anos, revela relatório enviado a clientes.

“Inegavelmente, os principais vencedores no semestre foram os aços e a Vale (VALE3), com um crescimento significativo da linha superior superando até mesmo as expectativas mais otimistas”, afirmam Leonardo Corea e Caio Greiner.

A demanda foi puxada pelo mercado aquecido dos materiais de construção. A Duratex (DTEX3), por exemplo, pode ter um Ebitda (geração de caixa) recorde nos próximos trimestres.

“Embora a força da demanda atual seja indiscutivelmente insustentável, esperamos um crescimento contínuo na demanda de materiais de construção em 2021”, afirma a dupla.

Ainda segundo eles, Vale e CSN (CSNA3) foram amplamente estimulados pelas tendências dos preços de minério de ferro incrivelmente altos, o que pode levar os rendimentos de fluxo de caixa livre a dois dígitos

“Dado o fato de que os volumes da Vale levarão alguns anos para se normalizar, nós esperamos que a resistência do minério de ferro (acima de US$ 100 por tonelada) persistirá por um tempo”, argumentam.

Forte geração de caixa

Os analistas do Credit Suisse também estão otimistas com a CSN. Na última quarta-feira (30), o banco elevou o preço-alvo da siderúrgica de R$ 11,50 para R$ 19, além de promover a recomendação de neutra para outperform (desempenho esperado acima da média do mercado).

Caio Ribeiro e Gabriel Galvão, que assinam o relatório obtido pelo Money Times, basearam a revisão em três fatores. O primeiro é a melhora das expectativas para o mercado de minério de ferro. O banco suíço acredita que a cotação do insumo permanecerá acima dos US$ 100 por tonelada no ano que vem.

O segundo é a recuperação mais rápida que a prevista da demanda interna por aço. Inicialmente, o Credit Suisse previa uma queda de 12% nas vendas domésticas, pressionadas pela recessão decorrente da pandemia de coronavírus. Agora, os analistas calculam uma retração bem menor – de 4% – neste ano.

O terceiro ponto é o reajuste de preços anunciado pela CSN, e que deve ser implementado até outubro.

 

FONTE:
MONEY TIMES


O trimestre tem sido quase perfeito para o minério de ferro. O real fraco ante o dólar, os volumes crescentes da produção e a recuperação dos preços levaram os analistas a rasgarem elogios ao setor. Com o título “é hora do aço”, o BTG

O trimestre tem sido quase perfeito para o minério de ferro. O real fraco ante o dólar, os volumes crescentes da produção e a recuperação dos preços levaram os analistas a rasgarem elogios ao setor.

Com o título “é hora do aço”, o BTG acredita que esse é um dos melhores momentos da commoditie nos últimos anos, revela relatório enviado a clientes.

“Inegavelmente, os principais vencedores no semestre foram os aços e a Vale (VALE3), com um crescimento significativo da linha superior superando até mesmo as expectativas mais otimistas”, afirmam Leonardo Corea e Caio Greiner.

A demanda foi puxada pelo mercado aquecido dos materiais de construção. A Duratex (DTEX3), por exemplo, pode ter um Ebitda (geração de caixa) recorde nos próximos trimestres.

“Embora a força da demanda atual seja indiscutivelmente insustentável, esperamos um crescimento contínuo na demanda de materiais de construção em 2021”, afirma a dupla.

Ainda segundo eles, Vale e CSN (CSNA3) foram amplamente estimulados pelas tendências dos preços de minério de ferro incrivelmente altos, o que pode levar os rendimentos de fluxo de caixa livre a dois dígitos

“Dado o fato de que os volumes da Vale levarão alguns anos para se normalizar, nós esperamos que a resistência do minério de ferro (acima de US$ 100 por tonelada) persistirá por um tempo”, argumentam.

Forte geração de caixa

Os analistas do Credit Suisse também estão otimistas com a CSN. Na última quarta-feira (30), o banco elevou o preço-alvo da siderúrgica de R$ 11,50 para R$ 19, além de promover a recomendação de neutra para outperform (desempenho esperado acima da média do mercado).

Caio Ribeiro e Gabriel Galvão, que assinam o relatório obtido pelo Money Times, basearam a revisão em três fatores. O primeiro é a melhora das expectativas para o mercado de minério de ferro. O banco suíço acredita que a cotação do insumo permanecerá acima dos US$ 100 por tonelada no ano que vem.

O segundo é a recuperação mais rápida que a prevista da demanda interna por aço. Inicialmente, o Credit Suisse previa uma queda de 12% nas vendas domésticas, pressionadas pela recessão decorrente da pandemia de coronavírus. Agora, os analistas calculam uma retração bem menor – de 4% – neste ano.

O terceiro ponto é o reajuste de preços anunciado pela CSN, e que deve ser implementado até outubro.

 

FONTE:
MONEY TIMES


13 de outubro de 2020 Canal Tubotech

Comparado a agosto do ano passado houve queda de 7,6%

A demanda por bens industriais no Brasil cresceu 5,9% em agosto, na comparação com julho, segundo dados divulgados hoje (6) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quando a base de comparação é agosto do ano passado, porém, é constatada uma queda de 7,6% na demanda por bens industriais.

A pesquisa considera tanto os bens produzidos no país quanto os importados.

Em agosto, a alta da demanda por bens industriais de outros países foi de 9,8% na comparação com julho, uma expansão maior que a da demanda por bens industriais nacionais, de 3,1%.

Segundo o Ipea, a demanda por bens de capital teve recuo de 0,2% ante julho, o que demonstra estagnação dessa categoria. Já os bens intermediários tiveram alta de 5,7%, e os bens de consumo duráveis, de 14,2%.

Quando analisados os 22 segmentos da indústria na comparação com julho, houve aumento da demanda em 15, com destaque para veículos (18,6%) e metalurgia (12,3%). Já em relação a agosto de 2019, houve uma queda generalizada, com apenas três segmentos em alta, e, entre eles, o de bebidas.

No período de 12 meses encerrado em agosto, o consumo aparente de bens industriais teve uma queda de 5,9%. Já no trimestre encerrado em agosto, houve avanço de 5,5%.

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


Comparado a agosto do ano passado houve queda de 7,6%

A demanda por bens industriais no Brasil cresceu 5,9% em agosto, na comparação com julho, segundo dados divulgados hoje (6) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quando a base de comparação é ag...

Comparado a agosto do ano passado houve queda de 7,6%

A demanda por bens industriais no Brasil cresceu 5,9% em agosto, na comparação com julho, segundo dados divulgados hoje (6) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quando a base de comparação é agosto do ano passado, porém, é constatada uma queda de 7,6% na demanda por bens industriais.

A pesquisa considera tanto os bens produzidos no país quanto os importados.

Em agosto, a alta da demanda por bens industriais de outros países foi de 9,8% na comparação com julho, uma expansão maior que a da demanda por bens industriais nacionais, de 3,1%.

Segundo o Ipea, a demanda por bens de capital teve recuo de 0,2% ante julho, o que demonstra estagnação dessa categoria. Já os bens intermediários tiveram alta de 5,7%, e os bens de consumo duráveis, de 14,2%.

Quando analisados os 22 segmentos da indústria na comparação com julho, houve aumento da demanda em 15, com destaque para veículos (18,6%) e metalurgia (12,3%). Já em relação a agosto de 2019, houve uma queda generalizada, com apenas três segmentos em alta, e, entre eles, o de bebidas.

No período de 12 meses encerrado em agosto, o consumo aparente de bens industriais teve uma queda de 5,9%. Já no trimestre encerrado em agosto, houve avanço de 5,5%.

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


13 de outubro de 2020 Canal Tubotech

O mês de setembro foi o melhor de 2020 para a indústria automotiva brasileira, de acordo com dados divulgados na última quarta-feira, 7, pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Segundo a entidade, a produção de veículos cresceu 4,4% ante agosto, totalizando 220.162 unidades. Também houve um incremento de 28,9% no volume de caminhões (9,4 mil unidades) e de 14,3% no de ônibus (2 mil). No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, a expansão foi de 4,7%.

No entanto, embora tenha havido uma melhora no índice de produção de veículos, o nível ficou 11% abaixo do registrado em setembro de 2019. O acumulado do ano também apresentou saldo negativo (41,1%), influenciado pelas flutuações econômicas geradas pela pandemia da covid-19.

Com relação às vendas, o mercado interno fechou setembro com 207.710 unidades licenciadas, uma queda acumulada de 32,3% no ano.

“De qualquer forma, não deixa de ser um alívio diante do quadro que vislumbrávamos no começo da pandemia. Creditamos isso sobretudo à gigantesca injeção de dinheiro feita pelo governo por meio do auxílio emergencial, que fez a economia girar de forma mais rápida do que o esperado”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Moraes avalia que a indústria deve encerrar 2020 com um desempenho um pouco mais satisfatório do que o estimado na metade do ano. Naquele período, calculava-se uma queda de 40% na produção, que agora foi revisada para 35%, de modo que o total deve ser de 1,915 milhão de unidades. Se isso se confirmar, será o pior resultado das montadoras desde 2003.

A expectativa da Anfavea para o mercado interno de autoveículos novos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) é de 1,925 milhão de unidades licenciadas no ano, queda de 31% e pior resultado desde 2005.

Já as exportações devem somar 284 mil unidades, 34% a menos do que no ano anterior, o nível mais baixo desde 1999 – ou seja, as vendas externas podem encerrar o ano com o pior resultado do século.

 

FONTE:
USINAGEM BRASIL


O mês de setembro foi o melhor de 2020 para a indústria automotiva brasileira, de acordo com dados divulgados na última quarta-feira, 7, pela Anfavea - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Segundo a entidade, a produção de veículos cresceu 4,4% ante agosto, totalizando 220.162 unidades. Também houve um incremento de 28,9% no volume de caminhões (9,4 mil unidade...

O mês de setembro foi o melhor de 2020 para a indústria automotiva brasileira, de acordo com dados divulgados na última quarta-feira, 7, pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Segundo a entidade, a produção de veículos cresceu 4,4% ante agosto, totalizando 220.162 unidades. Também houve um incremento de 28,9% no volume de caminhões (9,4 mil unidades) e de 14,3% no de ônibus (2 mil). No segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, a expansão foi de 4,7%.

No entanto, embora tenha havido uma melhora no índice de produção de veículos, o nível ficou 11% abaixo do registrado em setembro de 2019. O acumulado do ano também apresentou saldo negativo (41,1%), influenciado pelas flutuações econômicas geradas pela pandemia da covid-19.

Com relação às vendas, o mercado interno fechou setembro com 207.710 unidades licenciadas, uma queda acumulada de 32,3% no ano.

“De qualquer forma, não deixa de ser um alívio diante do quadro que vislumbrávamos no começo da pandemia. Creditamos isso sobretudo à gigantesca injeção de dinheiro feita pelo governo por meio do auxílio emergencial, que fez a economia girar de forma mais rápida do que o esperado”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Moraes avalia que a indústria deve encerrar 2020 com um desempenho um pouco mais satisfatório do que o estimado na metade do ano. Naquele período, calculava-se uma queda de 40% na produção, que agora foi revisada para 35%, de modo que o total deve ser de 1,915 milhão de unidades. Se isso se confirmar, será o pior resultado das montadoras desde 2003.

A expectativa da Anfavea para o mercado interno de autoveículos novos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) é de 1,925 milhão de unidades licenciadas no ano, queda de 31% e pior resultado desde 2005.

Já as exportações devem somar 284 mil unidades, 34% a menos do que no ano anterior, o nível mais baixo desde 1999 – ou seja, as vendas externas podem encerrar o ano com o pior resultado do século.

 

FONTE:
USINAGEM BRASIL


9 de setembro de 2020 Canal Tubotech

A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus impactou o setor automotivo. Com medidas de isolamento decretadas, a baixa circulação de pessoas fez com que a economia ficasse estagnada. Contudo, o momento fez com que muitas empresas adotassem medidas que serão mantidas até mesmo após o fim da quarentena.

 

Para entender um pouco melhor o atual momento, confira a entrevista com o vice-presidente sênior e presidente de Aftermarket da Delphi Technologies, Alex Ashmore.

Impacto da pandemia no setor automotivo

De que forma a crise por conta da covid-19 impactou o mercado automotivo?

A pandemia do coronavírus atingiu muito rápido o mercado de reposição. Tudo começou como uma crise doméstica e de fornecimento na China, transformando-se rapidamente na maior queda da história na demanda global de aftermarket que se tem registro.

Os líderes empresariais do setor disseram muitas vezes que o mercado de reposição é anticíclico e resistente à recessão, tanto para nossos chefes quanto para os investidores. Entretanto, desta vez é diferente. Houve uma queda repentina e dramática na mobilidade e no número de veículos circulando na estrada. Quando um país entra em lockdown, a mobilidade diminui em cerca de 80% para os carros.

Apesar desse impacto de curto prazo, o mercado de reposição se recuperará mais rapidamente do que as vendas de carros novos, no qual a demanda será menor por algum tempo pelo fato das pessoas guardarem suas economias. Com isso, o aftermarket será beneficiado à medida que a idade média dos veículos for aumentando, o que significa mais reparos e manutenção.

A venda de veículos para o consumidor final foi a mais impactada até agora. Como outros segmentos automotivos estão se saindo durante o isolamento social em diversos países?

Curiosamente, o segmento de veículos comerciais e o mercado agrícola não passaram por grandes transformações. Há muitas pessoas corajosas que continuaram trabalhando para manter os serviços essenciais fluindo e os trabalhadores essenciais em movimento. Os consumidores também estão dando preferência para serviços de entrega em domicílio para suprimentos indispensáveis do dia a dia. Por esse motivo, vemos um aumento no financiamento de motocicletas e vans.

Acredito que também podemos ver um ressurgimento de produtos que contribuam com o meio ambiente, como peças remanufaturadas, por exemplo, à medida que as pessoas saem da crise com uma visão mais cuidadosa do mundo e os governos aproveitam a oportunidade para impulsionar essas áreas da economia.

A indústria automotiva precisará repensar como opera e conduz os negócios no mundo pós-pandemia?

Com certeza. A indústria automotiva já estava se mobilizando em direção à digitalização, e a pandemia acelerou o processo. Podemos ver uma transformação no comércio online de automóveis, com uma mudança na forma de interação do consumidor com o showroom que manterá em longo prazo. As concessionárias estão atualizando sua presença digital e seguem vendendo carros mesmo nesse período. É esperado que o agendamento de serviços pela internet aumente 32%, enquanto as vendas de peças online tenham um aumento de 64% em relação ao ano passado.

É possível nunca mais voltar às formas tradicionais de fazer negócios. As lojas e distribuidores de autopeças também estão vendo um aumento significativo nos consumidores que usam o comércio eletrônico. Mesmo na cadeia de fornecimento, vemos como o distanciamento social criou uma necessidade de automação e consolidação na produção para reduzir o risco de infecção.

Sabemos também que a indústria automotiva está se movendo em direção à eletrificação e à produção de veículos autônomos, e isso continuará, embora esteja ficando claro que os fabricantes optarão por apostar nas escolhas mais ecológicas e na eletrificação às custas de investimentos em direção autônoma no curto prazo. O passo em direção à sustentabilidade e à mobilidade mais ecológica não é conduzido apenas pelos consumidores, mas também pelos governos. Isso incluiria ainda o conceito de oficina ‘limpa e verde’.

Como a pandemia impactou reparadores independentes e oficinas?

No geral, temos visto menos pessoas nas ruas e menor número de quilômetros rodados, o que reduz a necessidade de manutenção, embora os níveis de tráfego já estejam aumentando novamente em muitos países. Com menos carros circulando, há menos colisões e acidentes, o que resulta em menos negócios para oficinas de reparação.

Porém, também podemos ver um aumento no uso de carros particulares devido aos baixos preços dos combustíveis em alguns países e à relutância em usar o transporte público. Certos setores de negócios podem ter diminuído devido a uma mudança nos hábitos do consumidor, mas essas oportunidades aparentemente perdidas apenas migraram para diferentes mercados.

Agora é hora de buscar oportunidades em alguns nichos em crescimento, para direcionar os esforços de marketing e outros investimentos. É o caso dos veículos de entrega, DIY (faça você mesmo), veículos antigos, treinamentos online, eletrificação, produtos ecológicos e serviços.

É importante também reservar um tempo para participar de sessões de treinamento online, focadas nessas tecnologias que estão emergindo. As oficinas de reparação podem querer buscar mais serviços de valor agregado, como extrair dados dos veículos e unir diagnósticos, peças e serviços para uma solução de excelência para o consumidor. Acima de tudo, certifique-se de que seus funcionários e clientes se sintam seguros com os protocolos de saúde e segurança, limpeza, viagens e equipamentos de proteção individual.

O aftermarket registrou uma redução nas taxas de reparos para muitos tipos de trabalhos à medida que os veículos se tornam mais complexos. Haverá alguma mudança?

É verdade que, ano após ano, vemos menos reparos do tipo “faça você mesmo” à medida que os veículos se tornam mais complexos. No entanto, vimos as vendas de autopeças e acessórios para o consumidor aumentarem durante a quarentena. As pessoas agora têm mais tempo de sobra por ficarem em casa. Isso, combinado com a conveniência das compras online, significa que podem fazer sozinhas os reparos, com suporte de vídeo, o que possibilita economizar algum dinheiro.

Isso pode não ser uma mudança de longo prazo, mas é algo que os fornecedores e distribuidores devem ter em mente para ajudar a criar reconhecimento da marca e ganhar a confiança do consumidor.

Quais devem ser as prioridades durante esse período de incertezas?

Em primeiro lugar, proteja suas equipes, clientes e demais grupos de interesse. Planeje um futuro para que o time e a companhia sejam resilientes e ágeis, e invista em tecnologias e infraestrutura para dar suporte ao trabalho remoto e às iniciativas virtuais. Como muitas empresas estão voltando às atividades, um retorno seguro ao trabalho com foco em saúde, segurança, limpeza, políticas de viagens de negócios revisadas e a necessidade de equipamentos de proteção individual é fundamental.

Em segundo lugar, vejo a necessidade de aprimorar e impulsionar os planos de marketing e de comunicação com o mercado. Os direcionamentos para as vendas evoluirão e precisamos nos ajustar rapidamente, permitindo uma digitalização cada vez mais ampla no front-end de vendas, marketing, suporte técnico e também no back-end para ajudar a proporcionar um excelente serviço. Novamente, digo que precisamos procurar as oportunidades de crescimento nos nichos para focar nossos esforços de marketing e outros investimentos – veículos de entrega, veículos antigos, treinamento online, ‘faça você mesmo’, eletrificação, produtos ecológicos e serviços.

O último ponto é a colaboração. A restrição de caixa da indústria automotiva neste ano dificultará o financiamento dos investimentos necessários para o futuro, mas juntos devemos correr riscos calculados com otimismo cauteloso em relação aos níveis de estoque e capacidade, para ativar novamente os negócios. Vamos traçar um caminho para seguir em frente assim que as regras da quarentena forem flexibilizadas gradualmente e criar planos mútuos para garantir que o mercado de reposição retorne aos patamares anteriores o mais rápido possível.

Como orientação, digo que precisamos de esforços coletivos de todos os líderes do mercado de reposição para proteger nossos negócios e economias. O mundo após a covid-19 será definido pelas ações que tomarmos. Nós, como líderes, temos a obrigação de mitigar os reflexos econômicos e o impacto no emprego trazidos por essa pandemia.

Carros lançados no Brasil durante a pandemia

A pandemia da covid-19 derrubou as vendas e a produção do mercado automotivo. Porém, apesar do cenário de crise, alguns modelos foram lançados no Brasil desde o início da quarentena.

Na galeria, veja alguns carros novos que chegaram ao mercado nos últimos meses. A lista inclui tanto modelos novos como atualizações de outros que já estavam em linha.

 

FONTE:
GARAGEM360


A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus impactou o setor automotivo. Com medidas de isolamento decretadas, a baixa circulação de pessoas fez com que a economia ficasse estagnada. Contudo, o momento fez com que muitas empresas adotassem medidas que serão mantidas até mesmo após o fim da quarentena.   Para entender um pouco melhor o atual momento, confira a entrevista com o vice-presidente sênior e presidente de Aftermarket da Delphi...

A pandemia ocasionada pelo novo coronavírus impactou o setor automotivo. Com medidas de isolamento decretadas, a baixa circulação de pessoas fez com que a economia ficasse estagnada. Contudo, o momento fez com que muitas empresas adotassem medidas que serão mantidas até mesmo após o fim da quarentena.

 

Para entender um pouco melhor o atual momento, confira a entrevista com o vice-presidente sênior e presidente de Aftermarket da Delphi Technologies, Alex Ashmore.

Impacto da pandemia no setor automotivo

De que forma a crise por conta da covid-19 impactou o mercado automotivo?

A pandemia do coronavírus atingiu muito rápido o mercado de reposição. Tudo começou como uma crise doméstica e de fornecimento na China, transformando-se rapidamente na maior queda da história na demanda global de aftermarket que se tem registro.

Os líderes empresariais do setor disseram muitas vezes que o mercado de reposição é anticíclico e resistente à recessão, tanto para nossos chefes quanto para os investidores. Entretanto, desta vez é diferente. Houve uma queda repentina e dramática na mobilidade e no número de veículos circulando na estrada. Quando um país entra em lockdown, a mobilidade diminui em cerca de 80% para os carros.

Apesar desse impacto de curto prazo, o mercado de reposição se recuperará mais rapidamente do que as vendas de carros novos, no qual a demanda será menor por algum tempo pelo fato das pessoas guardarem suas economias. Com isso, o aftermarket será beneficiado à medida que a idade média dos veículos for aumentando, o que significa mais reparos e manutenção.

A venda de veículos para o consumidor final foi a mais impactada até agora. Como outros segmentos automotivos estão se saindo durante o isolamento social em diversos países?

Curiosamente, o segmento de veículos comerciais e o mercado agrícola não passaram por grandes transformações. Há muitas pessoas corajosas que continuaram trabalhando para manter os serviços essenciais fluindo e os trabalhadores essenciais em movimento. Os consumidores também estão dando preferência para serviços de entrega em domicílio para suprimentos indispensáveis do dia a dia. Por esse motivo, vemos um aumento no financiamento de motocicletas e vans.

Acredito que também podemos ver um ressurgimento de produtos que contribuam com o meio ambiente, como peças remanufaturadas, por exemplo, à medida que as pessoas saem da crise com uma visão mais cuidadosa do mundo e os governos aproveitam a oportunidade para impulsionar essas áreas da economia.

A indústria automotiva precisará repensar como opera e conduz os negócios no mundo pós-pandemia?

Com certeza. A indústria automotiva já estava se mobilizando em direção à digitalização, e a pandemia acelerou o processo. Podemos ver uma transformação no comércio online de automóveis, com uma mudança na forma de interação do consumidor com o showroom que manterá em longo prazo. As concessionárias estão atualizando sua presença digital e seguem vendendo carros mesmo nesse período. É esperado que o agendamento de serviços pela internet aumente 32%, enquanto as vendas de peças online tenham um aumento de 64% em relação ao ano passado.

É possível nunca mais voltar às formas tradicionais de fazer negócios. As lojas e distribuidores de autopeças também estão vendo um aumento significativo nos consumidores que usam o comércio eletrônico. Mesmo na cadeia de fornecimento, vemos como o distanciamento social criou uma necessidade de automação e consolidação na produção para reduzir o risco de infecção.

Sabemos também que a indústria automotiva está se movendo em direção à eletrificação e à produção de veículos autônomos, e isso continuará, embora esteja ficando claro que os fabricantes optarão por apostar nas escolhas mais ecológicas e na eletrificação às custas de investimentos em direção autônoma no curto prazo. O passo em direção à sustentabilidade e à mobilidade mais ecológica não é conduzido apenas pelos consumidores, mas também pelos governos. Isso incluiria ainda o conceito de oficina ‘limpa e verde’.

Como a pandemia impactou reparadores independentes e oficinas?

No geral, temos visto menos pessoas nas ruas e menor número de quilômetros rodados, o que reduz a necessidade de manutenção, embora os níveis de tráfego já estejam aumentando novamente em muitos países. Com menos carros circulando, há menos colisões e acidentes, o que resulta em menos negócios para oficinas de reparação.

Porém, também podemos ver um aumento no uso de carros particulares devido aos baixos preços dos combustíveis em alguns países e à relutância em usar o transporte público. Certos setores de negócios podem ter diminuído devido a uma mudança nos hábitos do consumidor, mas essas oportunidades aparentemente perdidas apenas migraram para diferentes mercados.

Agora é hora de buscar oportunidades em alguns nichos em crescimento, para direcionar os esforços de marketing e outros investimentos. É o caso dos veículos de entrega, DIY (faça você mesmo), veículos antigos, treinamentos online, eletrificação, produtos ecológicos e serviços.

É importante também reservar um tempo para participar de sessões de treinamento online, focadas nessas tecnologias que estão emergindo. As oficinas de reparação podem querer buscar mais serviços de valor agregado, como extrair dados dos veículos e unir diagnósticos, peças e serviços para uma solução de excelência para o consumidor. Acima de tudo, certifique-se de que seus funcionários e clientes se sintam seguros com os protocolos de saúde e segurança, limpeza, viagens e equipamentos de proteção individual.

O aftermarket registrou uma redução nas taxas de reparos para muitos tipos de trabalhos à medida que os veículos se tornam mais complexos. Haverá alguma mudança?

É verdade que, ano após ano, vemos menos reparos do tipo “faça você mesmo” à medida que os veículos se tornam mais complexos. No entanto, vimos as vendas de autopeças e acessórios para o consumidor aumentarem durante a quarentena. As pessoas agora têm mais tempo de sobra por ficarem em casa. Isso, combinado com a conveniência das compras online, significa que podem fazer sozinhas os reparos, com suporte de vídeo, o que possibilita economizar algum dinheiro.

Isso pode não ser uma mudança de longo prazo, mas é algo que os fornecedores e distribuidores devem ter em mente para ajudar a criar reconhecimento da marca e ganhar a confiança do consumidor.

Quais devem ser as prioridades durante esse período de incertezas?

Em primeiro lugar, proteja suas equipes, clientes e demais grupos de interesse. Planeje um futuro para que o time e a companhia sejam resilientes e ágeis, e invista em tecnologias e infraestrutura para dar suporte ao trabalho remoto e às iniciativas virtuais. Como muitas empresas estão voltando às atividades, um retorno seguro ao trabalho com foco em saúde, segurança, limpeza, políticas de viagens de negócios revisadas e a necessidade de equipamentos de proteção individual é fundamental.

Em segundo lugar, vejo a necessidade de aprimorar e impulsionar os planos de marketing e de comunicação com o mercado. Os direcionamentos para as vendas evoluirão e precisamos nos ajustar rapidamente, permitindo uma digitalização cada vez mais ampla no front-end de vendas, marketing, suporte técnico e também no back-end para ajudar a proporcionar um excelente serviço. Novamente, digo que precisamos procurar as oportunidades de crescimento nos nichos para focar nossos esforços de marketing e outros investimentos – veículos de entrega, veículos antigos, treinamento online, ‘faça você mesmo’, eletrificação, produtos ecológicos e serviços.

O último ponto é a colaboração. A restrição de caixa da indústria automotiva neste ano dificultará o financiamento dos investimentos necessários para o futuro, mas juntos devemos correr riscos calculados com otimismo cauteloso em relação aos níveis de estoque e capacidade, para ativar novamente os negócios. Vamos traçar um caminho para seguir em frente assim que as regras da quarentena forem flexibilizadas gradualmente e criar planos mútuos para garantir que o mercado de reposição retorne aos patamares anteriores o mais rápido possível.

Como orientação, digo que precisamos de esforços coletivos de todos os líderes do mercado de reposição para proteger nossos negócios e economias. O mundo após a covid-19 será definido pelas ações que tomarmos. Nós, como líderes, temos a obrigação de mitigar os reflexos econômicos e o impacto no emprego trazidos por essa pandemia.

Carros lançados no Brasil durante a pandemia

A pandemia da covid-19 derrubou as vendas e a produção do mercado automotivo. Porém, apesar do cenário de crise, alguns modelos foram lançados no Brasil desde o início da quarentena.

Na galeria, veja alguns carros novos que chegaram ao mercado nos últimos meses. A lista inclui tanto modelos novos como atualizações de outros que já estavam em linha.

 

FONTE:
GARAGEM360


9 de setembro de 2020 Canal Tubotech

A pandemia de coronavírus provocou um tombo recorde da economia no 2º trimestre e colocou o Brasil de novo em recessão – segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (1º), a queda foi de 9,7% frente aos três meses anteriores.

E o agronegócio foi a exceção, conseguindo desempenho positivo no 2º trimestre entre os grandes setores da economia. Com crescimento de 0,4% no período, o setor contribuiu para amenizar a intensidade de tombo da economia entre os meses de abril e junho.

Pela metodologia do IBGE, a agropecuária tem pouco peso no cálculo do PIB, cerca de 5%, já que só é levado em conta o que é produzido dentro das fazendas.

Mas, segundo levantamento do setor, ao se levar em conta as indústrias e serviços da atividade, este índice pode chegar a mais de 20%

crescimento foi sustentado tanto pela perspectiva de safra recorde, como também pelo maior interesse chinês pela soja brasileira e pelo câmbio favorável para os exportadores.

“O agronegócio passou realmente incólume. A pandemia não atrapalhou nem a colheita nem o transporte de carga. E mesmo o setor agroindustrial, sobretudo o relacionados a alimentos, sofreu muito pouco, tanto porque a exportação continua firme e forte como porque a demanda interna para produtos essenciais segue sem queda”, afirma Silvia Matos, economista do Ibre/FGV.

Mesmo com pouco peso no cálculo do PIB, com participação da ordem de 5%, os analistas destacam que o agronegócio representa um segmento com grande protagonismo na economia brasileira, principalmente quando se leva em conta também a participação das agroindústrias (como frigoríficos) e o setor de serviços da atividade (como transporte de cargas).

O economista Sergio Vale, da MB Associados, explica que o agronegócio está passando por um “momento recorde de produção e renda”, que tem ajudado a dinamizar a economia das regiões com forte presença desse setor como o Centro-Oeste.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o resultado do PIB do setor agropecuário, que teve crescimento de 1,2% no segundo trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019 e de 0,4% em relação aos três primeiros meses deste ano de acordo com o IBGE, está em linha com o que o setor esperava.

“Mais importante que o número em si, esse resultado mostra a resiliência do setor, que mesmo em momentos críticos e com os piores resultados da série histórica da economia brasileira mostra crescimento”, afirmou Paulo Camuri, assessor técnico do Núcleo Econômico da CNA.

Com o aumento de 1,2% no PIB no segundo trimestre de 2020, o setor praticamente mantém o ritmo de crescimento do mesmo período de 2019, quando cresceu 1,4%.

“Em três meses, o setor conseguiu se ajustar e salvar os resultados do trimestre, continua positivo, descolado de todo o restante da economia brasileira. Mesmo nos segmentos mais afetados, os produtores conseguem se manter na atividade”, acrescentou.

Importância do PIB da agropecuária

Pela metodologia do IBGE, a agropecuária é responsável por cerca de 5% do resultado total do PIB, pois considera apenas o que é produzido dentro das fazendas. Em 2019, o setor movimentou R$ 322 bilhões de um total de R$ 7,3 trilhões.

Segundo cálculos da CNA, quando se leva em conta a participação das agroindústrias (como frigoríficos) e o setor de serviços da atividade (como transporte de mercadorias), o agronegócio como um todo responde por, pelo menos, 20% do PIB brasileiro.

A projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é de que o PIB do setor registre crescimento de 1,5% em 2020. Para 2021, a expectativa é de que o agro cresça 3,2%.

Os principais destaques do resultado do PIB no 2º trimestre foram:

  • Serviços: -9,7% (queda recorde)
  • Indústria: -12,3% (queda recorde)
  • Agropecuária: +0,4%
  • Indústria da transformação: -17,5%
  • Indústria extrativa: -1,1%
  • Construção civil: -5,7%
  • Consumo das famílias: -12,5% (queda recorde)
  • Consumo do governo: -8,8%
  • Investimentos: -15,4%
  • Exportação: +1,8%
  • Importação: -13,2%
FONTE:
G1

A pandemia de coronavírus provocou um tombo recorde da economia no 2º trimestre e colocou o Brasil de novo em recessão - segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (1º), a queda foi de 9,7% frente aos três meses anteriores.

A pandemia de coronavírus provocou um tombo recorde da economia no 2º trimestre e colocou o Brasil de novo em recessão – segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (1º), a queda foi de 9,7% frente aos três meses anteriores.

E o agronegócio foi a exceção, conseguindo desempenho positivo no 2º trimestre entre os grandes setores da economia. Com crescimento de 0,4% no período, o setor contribuiu para amenizar a intensidade de tombo da economia entre os meses de abril e junho.

Pela metodologia do IBGE, a agropecuária tem pouco peso no cálculo do PIB, cerca de 5%, já que só é levado em conta o que é produzido dentro das fazendas.

Mas, segundo levantamento do setor, ao se levar em conta as indústrias e serviços da atividade, este índice pode chegar a mais de 20%

crescimento foi sustentado tanto pela perspectiva de safra recorde, como também pelo maior interesse chinês pela soja brasileira e pelo câmbio favorável para os exportadores.

“O agronegócio passou realmente incólume. A pandemia não atrapalhou nem a colheita nem o transporte de carga. E mesmo o setor agroindustrial, sobretudo o relacionados a alimentos, sofreu muito pouco, tanto porque a exportação continua firme e forte como porque a demanda interna para produtos essenciais segue sem queda”, afirma Silvia Matos, economista do Ibre/FGV.

Mesmo com pouco peso no cálculo do PIB, com participação da ordem de 5%, os analistas destacam que o agronegócio representa um segmento com grande protagonismo na economia brasileira, principalmente quando se leva em conta também a participação das agroindústrias (como frigoríficos) e o setor de serviços da atividade (como transporte de cargas).

O economista Sergio Vale, da MB Associados, explica que o agronegócio está passando por um “momento recorde de produção e renda”, que tem ajudado a dinamizar a economia das regiões com forte presença desse setor como o Centro-Oeste.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avalia que o resultado do PIB do setor agropecuário, que teve crescimento de 1,2% no segundo trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019 e de 0,4% em relação aos três primeiros meses deste ano de acordo com o IBGE, está em linha com o que o setor esperava.

“Mais importante que o número em si, esse resultado mostra a resiliência do setor, que mesmo em momentos críticos e com os piores resultados da série histórica da economia brasileira mostra crescimento”, afirmou Paulo Camuri, assessor técnico do Núcleo Econômico da CNA.

Com o aumento de 1,2% no PIB no segundo trimestre de 2020, o setor praticamente mantém o ritmo de crescimento do mesmo período de 2019, quando cresceu 1,4%.

“Em três meses, o setor conseguiu se ajustar e salvar os resultados do trimestre, continua positivo, descolado de todo o restante da economia brasileira. Mesmo nos segmentos mais afetados, os produtores conseguem se manter na atividade”, acrescentou.

Importância do PIB da agropecuária

Pela metodologia do IBGE, a agropecuária é responsável por cerca de 5% do resultado total do PIB, pois considera apenas o que é produzido dentro das fazendas. Em 2019, o setor movimentou R$ 322 bilhões de um total de R$ 7,3 trilhões.

Segundo cálculos da CNA, quando se leva em conta a participação das agroindústrias (como frigoríficos) e o setor de serviços da atividade (como transporte de mercadorias), o agronegócio como um todo responde por, pelo menos, 20% do PIB brasileiro.

A projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é de que o PIB do setor registre crescimento de 1,5% em 2020. Para 2021, a expectativa é de que o agro cresça 3,2%.

Os principais destaques do resultado do PIB no 2º trimestre foram:

  • Serviços: -9,7% (queda recorde)
  • Indústria: -12,3% (queda recorde)
  • Agropecuária: +0,4%
  • Indústria da transformação: -17,5%
  • Indústria extrativa: -1,1%
  • Construção civil: -5,7%
  • Consumo das famílias: -12,5% (queda recorde)
  • Consumo do governo: -8,8%
  • Investimentos: -15,4%
  • Exportação: +1,8%
  • Importação: -13,2%
FONTE:
G1

9 de setembro de 2020 Canal Tubotech

Apesar da sequência positiva, a produção ainda acumula baixa de 9,6% no ano

indústria brasileira cresceu pelo terceiro mês consecutivo em julho, após o choque inicial das medidas de isolamento social. A produção avançou 8% na comparação a junho, com ajuste sazonal, mostram dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

A leitura do mês ficou acima da mediana das projeções de 29 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta de 6% da produção. O intervalo das estimativas variava de uma alta de 4,4% a um crescimento de 8,4%.

Com as medidas de enfrentamento da pandemia, a indústria havia registrado perdas recordes em março (retração de 9,3%) e abril (queda de 19,5%). Em maio, a retomada foi iniciada com uma alta de 8,7% da produção (dado revisado de uma alta de 8,2% anteriormente divulgado), seguido por avanço de 9,7% em junho (revisado de um aumento de 8,9%).

Apesar da sequência de três altas, a produção ainda acumula baixa de 9,6% no ano e de 5,7% nos últimos 12 meses. Nem todo o ritmo, portanto, foi recuperado. Frente a julho do ano passado, a produção industrial mostra perda de 3%.

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


Apesar da sequência positiva, a produção ainda acumula baixa de 9,6% no ano

indústria brasileira cresceu pelo terceiro mês consecutivo em julho, após o choque inicial das medidas de isolamento social. A produção avançou 8% na comparação a junho, com ajuste sazonal, mostram dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Bra...

Apesar da sequência positiva, a produção ainda acumula baixa de 9,6% no ano

indústria brasileira cresceu pelo terceiro mês consecutivo em julho, após o choque inicial das medidas de isolamento social. A produção avançou 8% na comparação a junho, com ajuste sazonal, mostram dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

A leitura do mês ficou acima da mediana das projeções de 29 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta de 6% da produção. O intervalo das estimativas variava de uma alta de 4,4% a um crescimento de 8,4%.

Com as medidas de enfrentamento da pandemia, a indústria havia registrado perdas recordes em março (retração de 9,3%) e abril (queda de 19,5%). Em maio, a retomada foi iniciada com uma alta de 8,7% da produção (dado revisado de uma alta de 8,2% anteriormente divulgado), seguido por avanço de 9,7% em junho (revisado de um aumento de 8,9%).

Apesar da sequência de três altas, a produção ainda acumula baixa de 9,6% no ano e de 5,7% nos últimos 12 meses. Nem todo o ritmo, portanto, foi recuperado. Frente a julho do ano passado, a produção industrial mostra perda de 3%.

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


9 de setembro de 2020 Canal Tubotech

Pela primeira vez desde o início da pandemia o setor de máquinas e equipamentos registrou, em julho, crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior. Com faturamento de R$ 12,5 milhões, a alta apurada foi de 15%, descontada a inflação. Segundo a Abimaq, que apresentou o balanço do setor em coletiva de imprensa online realizada na semana passada, apesar de o mês de julho ser uma base de comparação fraca, “o avanço deste mês sinaliza estabilidade no pós-pandemia”. No entanto, no acumulado do janeiro a julho  o faturamento do setor (R$ 69,2 bilhões) ainda está 4,6% abaixo do apurado nos sete primeiros meses do ano passado.

“A melhora no mercado doméstico puxou a receita do setor”, explicou José Velloso, presidente-executivo da Abimaq. As vendas internas em julho cresceram 29,7% frente ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, as receitas internas somaram R$ 48,4 bilhões, o que representa queda de – 1,9% em relação ao período janeiro-julho de 2019.

Na avaliação de Velloso, não fosse a forte queda nas exportações o setor até poderia estar trabalhando com perspectiva de crescimento em 2020. As exportações, em julho, caíram -33,3% em dólares na comparação com o mesmo mês do ano passado – após quedas de -35,6% em junho e -34,7% em maio. No acumulado de 2020, as receitas com as exportações já encolheram 26,8%.

O consumo aparente é outro dado positivo no balanço do setor. Em julho o crescimento foi de 18,8%; no acumulado do ano a alta é de 9,8%. Segundo a entidade, este crescimento pode estar relacionado às compras de máquinas reprimidas nos últimos meses em virtude da paralisação das atividades. “Os próximos meses serão essenciais para verificar se o avanço do consumo aparente permanecerá nesse mesmo ritmo ou se foi um evento pontual e passageiro. Esta variável indicará a disposição das indústrias nacionais ao investimento no Brasil”, avalia a Abimaq.

As importações de máquinas e equipamentos recuaram 18,3% em julho na comparação interanual, queda menos intensa que a observada em junho (- 32,5%) e maio (-30,6%). No ano, as importações acumulam alta de +2,4% entre janeiro e julho de 2020.

PREVISÕES – Velloso relembrou a avaliação feita em maio de que o fundo do poço havia ficado em abril, o que está se confirmando nos três últimos meses no mercado interno. Após a forte queda em abril, de -28%, o faturamento cresceu 19% em maio, registrou estabilidade em junho e cresceu 30% em julho.

Com isso, as previsões da entidade para o setor de máquinas e equipamentos industriais em 2020 têm sofrido várias alterações. No final do ano passado, a estimativa era de alta de 10%; com o surgimento da pandemia, passou a ser de queda de -10%. Agora, segundo Velloso, já para dizer que a queda deve ficar entre 3,5% e 4%.”Devemos terminar melhor no mercado interno, o que é surpreendente”, disse. “Vamos torcer agora para as exportações também melhorarem”.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


Pela primeira vez desde o início da pandemia o setor de máquinas e equipamentos registrou, em julho, crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior. Com faturamento de R$ 12,5 milhões, a alta apurada foi de 15%, descontada a inflação. Segundo a Abimaq, que apresentou o balanço do setor em coletiva de imprensa online realizada na semana passada, apesar de o mês de julho ser uma base de comparação fraca, “o avanço deste mês sinaliza estabilida...

Pela primeira vez desde o início da pandemia o setor de máquinas e equipamentos registrou, em julho, crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior. Com faturamento de R$ 12,5 milhões, a alta apurada foi de 15%, descontada a inflação. Segundo a Abimaq, que apresentou o balanço do setor em coletiva de imprensa online realizada na semana passada, apesar de o mês de julho ser uma base de comparação fraca, “o avanço deste mês sinaliza estabilidade no pós-pandemia”. No entanto, no acumulado do janeiro a julho  o faturamento do setor (R$ 69,2 bilhões) ainda está 4,6% abaixo do apurado nos sete primeiros meses do ano passado.

“A melhora no mercado doméstico puxou a receita do setor”, explicou José Velloso, presidente-executivo da Abimaq. As vendas internas em julho cresceram 29,7% frente ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, as receitas internas somaram R$ 48,4 bilhões, o que representa queda de – 1,9% em relação ao período janeiro-julho de 2019.

Na avaliação de Velloso, não fosse a forte queda nas exportações o setor até poderia estar trabalhando com perspectiva de crescimento em 2020. As exportações, em julho, caíram -33,3% em dólares na comparação com o mesmo mês do ano passado – após quedas de -35,6% em junho e -34,7% em maio. No acumulado de 2020, as receitas com as exportações já encolheram 26,8%.

O consumo aparente é outro dado positivo no balanço do setor. Em julho o crescimento foi de 18,8%; no acumulado do ano a alta é de 9,8%. Segundo a entidade, este crescimento pode estar relacionado às compras de máquinas reprimidas nos últimos meses em virtude da paralisação das atividades. “Os próximos meses serão essenciais para verificar se o avanço do consumo aparente permanecerá nesse mesmo ritmo ou se foi um evento pontual e passageiro. Esta variável indicará a disposição das indústrias nacionais ao investimento no Brasil”, avalia a Abimaq.

As importações de máquinas e equipamentos recuaram 18,3% em julho na comparação interanual, queda menos intensa que a observada em junho (- 32,5%) e maio (-30,6%). No ano, as importações acumulam alta de +2,4% entre janeiro e julho de 2020.

PREVISÕES – Velloso relembrou a avaliação feita em maio de que o fundo do poço havia ficado em abril, o que está se confirmando nos três últimos meses no mercado interno. Após a forte queda em abril, de -28%, o faturamento cresceu 19% em maio, registrou estabilidade em junho e cresceu 30% em julho.

Com isso, as previsões da entidade para o setor de máquinas e equipamentos industriais em 2020 têm sofrido várias alterações. No final do ano passado, a estimativa era de alta de 10%; com o surgimento da pandemia, passou a ser de queda de -10%. Agora, segundo Velloso, já para dizer que a queda deve ficar entre 3,5% e 4%.”Devemos terminar melhor no mercado interno, o que é surpreendente”, disse. “Vamos torcer agora para as exportações também melhorarem”.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


25 de agosto de 2020 Canal Tubotech

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales de Sul, na Austrália, a partir de um processo de reciclagem de lixo eletrônico, desenvolveram um revestimento ideal para a proteção de superfícies metálicas contra desgaste e corrosão. O objetivo é gerar um novo tipo de material híbrido, a partir de itens já descartados, com custos mínimos.

O estudo foi baseado em trabalhos já desenvolvidos por outras equipes, transformando restos de vidro e plástico em cerâmica, rica em sílica, e ampla aplicabilidade. No entanto, a abordagem não se aplica aos eletrônicos muito antigos, que concentram grande diversidade de materiais e, portanto, dificultam a separação.

Os pesquisadores trituraram monitores de computadores antigos e aqueceram pó resultante a 1500 °C, dando origem a nanofios de carbeto de silício. Sobre uma placa de aço, os pesquisadores misturaram os nanofios e o pó de placas de circuito impresso. A mistura de lixo eletrônico foi aquecida a 1000 °C, fundido os materiais sobre o aço.

Imagens do metal revestido (feitas por microscopia) mostram que nem mesmo ferramentas de corte conseguem danificar o novo material, que permanece fixado ao aço sem lascas ou rachaduras. O revestimento conferiu um aumento de 125% à dureza do aço (mais do que o dobro).

Os pesquisadores chamam esse processo de “microrreciclagem seletiva”, oriunda de “microcirurgia de material”. De acordo com eles, o processo tem potencial para transformar o lixo eletrônico em novos revestimentos avançados para superfícies, sem o uso de matérias-primas caras.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


Pesquisadores da Universidade de Nova Gales de Sul, na Austrália, a partir de um processo de reciclagem de lixo eletrônico, desenvolveram um revestimento ideal para a proteção de superfícies metálicas contra desgaste e corrosão. O objetivo é gerar um novo tipo de material híbrido, a partir de itens já descartados, com custos mínimos.

O estudo foi baseado em trabalhos já desenvolvidos ...

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales de Sul, na Austrália, a partir de um processo de reciclagem de lixo eletrônico, desenvolveram um revestimento ideal para a proteção de superfícies metálicas contra desgaste e corrosão. O objetivo é gerar um novo tipo de material híbrido, a partir de itens já descartados, com custos mínimos.

O estudo foi baseado em trabalhos já desenvolvidos por outras equipes, transformando restos de vidro e plástico em cerâmica, rica em sílica, e ampla aplicabilidade. No entanto, a abordagem não se aplica aos eletrônicos muito antigos, que concentram grande diversidade de materiais e, portanto, dificultam a separação.

Os pesquisadores trituraram monitores de computadores antigos e aqueceram pó resultante a 1500 °C, dando origem a nanofios de carbeto de silício. Sobre uma placa de aço, os pesquisadores misturaram os nanofios e o pó de placas de circuito impresso. A mistura de lixo eletrônico foi aquecida a 1000 °C, fundido os materiais sobre o aço.

Imagens do metal revestido (feitas por microscopia) mostram que nem mesmo ferramentas de corte conseguem danificar o novo material, que permanece fixado ao aço sem lascas ou rachaduras. O revestimento conferiu um aumento de 125% à dureza do aço (mais do que o dobro).

Os pesquisadores chamam esse processo de “microrreciclagem seletiva”, oriunda de “microcirurgia de material”. De acordo com eles, o processo tem potencial para transformar o lixo eletrônico em novos revestimentos avançados para superfícies, sem o uso de matérias-primas caras.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


20 de agosto de 2020 Canal Tubotech

A iniciativa substitui o Edital de Inovação para a Indústria e irá fomentar soluções inovadoras no setor industrial e da construção civil

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), lançou a Plataforma Inovação para a Indústria, que visa fomentar soluções inovadoras em diversas áreas do setor industrial. A Plataforma substitui o Edital de Inovação para a Indústria, uma iniciativa que funcionou sem interrupção durante 16 anos.

“A nova Plataforma é uma evolução do Edital de Inovação demandada pela indústria, que possui a necessidade de desenvolver soluções ágeis para problemas cada vez mais complexos”, explica o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi.

Com o novo formato, as inscrições ficarão abertas de forma permanente e os desafios podem ser anunciados a qualquer momento. Serão disponibilizados R$ 54 milhões para investimento nas sete categorias de seleção:

• Soluções digitais de saúde e segurança;
• Aliança Industrial;
• Habitats de Inovação;
• Empreendedorismo Industrial;
• Rota 2030 – Empreendedorismo Industrial, por meio de Aliança Industrial;
• Rota 2030 – Empreendedorismo Industrial, por meio de Desafios;
• Rota 2030 – Hands on: Aprender Fazendo.

De acordo com Rafael Lucchesi, a plataforma “será a porta de entrada para que empresas e parceiros se conectem a pesquisadores e à infraestrutura dos Institutos Senai, em um verdadeiro ambiente de inovação aberta e colaborativa”.

Uma das principais categorias da Plataforma irá estimular Habitats de Inovação, nos quais os Institutos Senai de Inovação abrem as portas para empresas, incubadoras de startups, universidades, parques tecnológicos, entre outros.

O objetivo é que equipes de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) coabitem os ambientes para ampliar o desenvolvimento de novos projetos e parcerias, permitindo agilizar o processo de inovação. A intenção também é tornar o ambiente de negócios industrial mais atrativo aos talentos acadêmicos.

As chamadas para seleção de empresas e instituições para os Habitats serão lançadas pelo Senai de cada Estado, com regras próprias, e estarão disponíveis na Plataforma. As indústrias deverão definir com os Institutos Senai de Inovação projetos de interesse mútuo e se comprometer a garantir os recursos por prazos determinados.

FONTE:

AECWEB


A iniciativa substitui o Edital de Inovação para a Indústria e irá fomentar soluções inovadoras no setor industrial e da construção civil

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), lançou a Plataforma Inovação para a Indústria, que visa fomentar soluções inovadoras em diversas áreas do setor industrial...

A iniciativa substitui o Edital de Inovação para a Indústria e irá fomentar soluções inovadoras no setor industrial e da construção civil

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi), lançou a Plataforma Inovação para a Indústria, que visa fomentar soluções inovadoras em diversas áreas do setor industrial. A Plataforma substitui o Edital de Inovação para a Indústria, uma iniciativa que funcionou sem interrupção durante 16 anos.

“A nova Plataforma é uma evolução do Edital de Inovação demandada pela indústria, que possui a necessidade de desenvolver soluções ágeis para problemas cada vez mais complexos”, explica o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi.

Com o novo formato, as inscrições ficarão abertas de forma permanente e os desafios podem ser anunciados a qualquer momento. Serão disponibilizados R$ 54 milhões para investimento nas sete categorias de seleção:

• Soluções digitais de saúde e segurança;
• Aliança Industrial;
• Habitats de Inovação;
• Empreendedorismo Industrial;
• Rota 2030 – Empreendedorismo Industrial, por meio de Aliança Industrial;
• Rota 2030 – Empreendedorismo Industrial, por meio de Desafios;
• Rota 2030 – Hands on: Aprender Fazendo.

De acordo com Rafael Lucchesi, a plataforma “será a porta de entrada para que empresas e parceiros se conectem a pesquisadores e à infraestrutura dos Institutos Senai, em um verdadeiro ambiente de inovação aberta e colaborativa”.

Uma das principais categorias da Plataforma irá estimular Habitats de Inovação, nos quais os Institutos Senai de Inovação abrem as portas para empresas, incubadoras de startups, universidades, parques tecnológicos, entre outros.

O objetivo é que equipes de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) coabitem os ambientes para ampliar o desenvolvimento de novos projetos e parcerias, permitindo agilizar o processo de inovação. A intenção também é tornar o ambiente de negócios industrial mais atrativo aos talentos acadêmicos.

As chamadas para seleção de empresas e instituições para os Habitats serão lançadas pelo Senai de cada Estado, com regras próprias, e estarão disponíveis na Plataforma. As indústrias deverão definir com os Institutos Senai de Inovação projetos de interesse mútuo e se comprometer a garantir os recursos por prazos determinados.

FONTE:

AECWEB

A Cipa Fiera Milano é especializada em feiras de negócios e publicações técnicas e tem como objetivo, aproximar organizações e criar oportunidades de relacionamentos, por meio da realização de grandes feiras e publicação de revistas setorizadas na América Latina.

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