6 de agosto de 2020 Canal Tubotech0

SÃO PAULO (Reuters) – O setor manufatureiro do Brasil registrou crescimento recorde em julho, diante da forte alta de novas encomendas depois da reabertura econômica, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira.

O PMI de indústria do Brasil apurado pelo IHS Markit saltou a 58,2 em julho, de 51,6 em junho, acima da marca de 50 (que separa crescimento de contração) pelo segundo mês e atingindo o nível mais alto na história da pesquisa, iniciada em fevereiro de 2006.

“Uma expansão recorde da economia manufatureira brasileira em julho ajudou bastante a fechar a brecha considerável que surgiu na produção, quando comparada com os níveis observados antes da intensificação da Covid-19″, afirmou o diretor de Economia do IHS Markit, Paul Smith.

 

“Contudo, com a Covid-19 ainda prevalecendo e continuando a ter um impacto negativo e considerável no comércio global, continuam a existir muitos riscos negativos para o futuro”, completou.

Segundo o IHS Markit, a demanda se fortaleceu em linha com a contínua reabertura da economia após as paralisações relacionadas à pandemia de coronavírus.

O destaque foi a demanda doméstica, que levou ao segundo maior aumento das novas encomendas registrado até agora, perdendo apenas para o movimento visto em janeiro de 2010.

 

Por outro lado, a demanda por exportação continuou a enfraquecer, com as vendas para clientes externos em queda pelo 11º mês seguido. Ainda assim, o aumento nas novas encomendas totais levou ao maior crescimento na produção manufatureira já registrado.

A capacidade da indústria ficou sob pressão no mês, como mostrando pelo primeiro aumento dos pedidos pendentes em quatro meses, na alta mais forte em mais de dois anos.

O resultado foi elevação de empregos no setor pela primeira vez em cinco meses e no melhor ritmo desde setembro de 2019.

Com esse cenário, a confiança sobre o futuro registrou o melhor resultado de 2020 até agora. Mais de 80% dos entrevistados indicaram expectativas positivas de crescimento, com as empresas antecipando recuperação contínua da demanda e das vendas nos próximos 12 meses.

O contraste ficou para as tendências de preços, com a inflação do custo de insumos chegando ao nível mais elevado dos registros da pesquisa, diante do aumento dos preços de metais, além de taxas de câmbio desfavoráveis e aumentos de custos junto aos fornecedores devido à escassez de estoques. Como resultado, os preços cobrados também foram elevados a um ritmo recorde.

FONTE:
UOL


SÃO PAULO (Reuters) - O setor manufatureiro do Brasil registrou crescimento recorde em julho, diante da forte alta de novas encomendas depois da reabertura econômica, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira. O PMI de indústria do Brasil apurado pelo IHS Markit saltou a 58,2 em julho, de 51,6 em junho, acima da marca de 50 (que separa crescimento de contração) pelo segundo mês e atingindo o nível mai...

SÃO PAULO (Reuters) – O setor manufatureiro do Brasil registrou crescimento recorde em julho, diante da forte alta de novas encomendas depois da reabertura econômica, segundo a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgada nesta segunda-feira.

O PMI de indústria do Brasil apurado pelo IHS Markit saltou a 58,2 em julho, de 51,6 em junho, acima da marca de 50 (que separa crescimento de contração) pelo segundo mês e atingindo o nível mais alto na história da pesquisa, iniciada em fevereiro de 2006.

“Uma expansão recorde da economia manufatureira brasileira em julho ajudou bastante a fechar a brecha considerável que surgiu na produção, quando comparada com os níveis observados antes da intensificação da Covid-19″, afirmou o diretor de Economia do IHS Markit, Paul Smith.

 

“Contudo, com a Covid-19 ainda prevalecendo e continuando a ter um impacto negativo e considerável no comércio global, continuam a existir muitos riscos negativos para o futuro”, completou.

Segundo o IHS Markit, a demanda se fortaleceu em linha com a contínua reabertura da economia após as paralisações relacionadas à pandemia de coronavírus.

O destaque foi a demanda doméstica, que levou ao segundo maior aumento das novas encomendas registrado até agora, perdendo apenas para o movimento visto em janeiro de 2010.

 

Por outro lado, a demanda por exportação continuou a enfraquecer, com as vendas para clientes externos em queda pelo 11º mês seguido. Ainda assim, o aumento nas novas encomendas totais levou ao maior crescimento na produção manufatureira já registrado.

A capacidade da indústria ficou sob pressão no mês, como mostrando pelo primeiro aumento dos pedidos pendentes em quatro meses, na alta mais forte em mais de dois anos.

O resultado foi elevação de empregos no setor pela primeira vez em cinco meses e no melhor ritmo desde setembro de 2019.

Com esse cenário, a confiança sobre o futuro registrou o melhor resultado de 2020 até agora. Mais de 80% dos entrevistados indicaram expectativas positivas de crescimento, com as empresas antecipando recuperação contínua da demanda e das vendas nos próximos 12 meses.

O contraste ficou para as tendências de preços, com a inflação do custo de insumos chegando ao nível mais elevado dos registros da pesquisa, diante do aumento dos preços de metais, além de taxas de câmbio desfavoráveis e aumentos de custos junto aos fornecedores devido à escassez de estoques. Como resultado, os preços cobrados também foram elevados a um ritmo recorde.

FONTE:
UOL


6 de agosto de 2020 Canal Tubotech

Empresas também estão ajudando o país a enfrentar a crise causada pela Covid.

A Usiminas, empresa do setor siderúrgico, doou mais de R$ 27 milhões para iniciativas contra os efeitos da pandemia. As doações foram feitas por meio da Fundação São Francisco Xavier, braço social em saúde e educação da Usiminas.

A companhia implantou 50 leitos de unidade de terapia intensiva no Hospital Márcio Cunha, na cidade mineira de Ipatinga, onde fica a sua principal usina. E comprou equipamentos como monitores e respiradores para quatro hospitais em Minas Gerais e em São Paulo.

A Usiminas também doou 40 toneladas de alimentos para famílias em situação vulnerável e 900 cestas básicas e kits de higiene e limpeza para caminhoneiros.

“As empresas estão inseridas na sociedade e a sociedade está inserida dentro das empresas. Eu tenho confiança que, com a união de toda a sociedade, nós vamos conseguir vencer esse grande desafio que foi colocado para a área da Saúde”, destaca Mauro Oscar Soares de Souza Lima, diretor de hospital da Fundação São Francisco Xavier.

FONTE:
G1


Empresas também estão ajudando o país a enfrentar a crise causada pela Covid.

Empresas também estão ajudando o país a enfrentar a crise causada pela Covid.

A Usiminas, empresa do setor siderúrgico, doou mais de R$ 27 milhões para iniciativas contra os efeitos da pandemia. As doações foram feitas por meio da Fundação São Francisco Xavier, braço social em saúde e educação da Usiminas.

A companhia implantou 50 leitos de unidade de terapia intensiva no Hospital Márcio Cunha, na cidade mineira de Ipatinga, onde fica a sua principal usina. E comprou equipamentos como monitores e respiradores para quatro hospitais em Minas Gerais e em São Paulo.

A Usiminas também doou 40 toneladas de alimentos para famílias em situação vulnerável e 900 cestas básicas e kits de higiene e limpeza para caminhoneiros.

“As empresas estão inseridas na sociedade e a sociedade está inserida dentro das empresas. Eu tenho confiança que, com a união de toda a sociedade, nós vamos conseguir vencer esse grande desafio que foi colocado para a área da Saúde”, destaca Mauro Oscar Soares de Souza Lima, diretor de hospital da Fundação São Francisco Xavier.

FONTE:
G1


6 de agosto de 2020 Canal Tubotech

Estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica e Engenharia Civil avaliaram produtos da Açopeças e Zen S/A.

Qualidade, Sustentabilidade e Nacionalidade foram os três pilares usados pelos acadêmicos para avaliar as peças automobilísticas produzidas pela Açopeças e Zen S/A.  A atividade de extensão realizada com os estudantes da 1ª fase de Engenharia Mecânica, Civil e demais fases da Engenharia de Produção, visou proporcionar o contato com a indústria metalmecânica da região, de modo a contribuir com a melhoria dos processos de produção.

Para auxiliar na criação do Selo de Certificação, os acadêmicos participaram de uma visita técnica virtual nas duas empresas. Além de explicar sobre o desenvolvimento dos produtos automobilísticos, cada empresa indicou um engenheiro responsável para acompanhar os trabalhos dos estudantes e sanar suas dúvidas.

A coordenadora de Engenharia Mecânica, professora Susan Thiessen, explica que a ideia era instigar o questionamento sobre os requisitos do produto e os controles de qualidade. “As perguntas feitas pelos alunos fizeram as empresas pensarem os processos deles de um jeito um pouco diferente, e esse era o nosso objetivo, sugerir melhorias e apoiar a indústria local, valorizando o que é daqui”, enfatiza Susan.

Tampa do pistão do ar-condicionado, polia, planetária e pinhão foram algumas das peças entregues aos cinco grupos para avaliação. Cada equipe recebeu uma peça da Açopeças e uma da Zen S/A, e ficou responsável por desenvolver o layout do selo e definir quais requisitos e métricas seriam utilizadas na classificação. Na primeira etapa do projeto, além das tarefas diárias, os estudantes fizeram um relatório técnico sobre os produtos e um arquivo de apresentação.

As três melhores equipes passaram para a segunda etapa e puderam apresentar seus projetos para a banca avaliadora, composta pelos representantes das empresas e professores da UNIFEBE. O trabalho desenvolvido entre os cursos envolveu outras fases, que se mostraram interessadas em estudar sobre o assunto.

“Para nós, estudantes de engenharia, ter um bom resultado em uma certificação é como um prêmio para nosso trabalho e esforço. Pensar em como avaliar uma peça, nos faz entender os melhores meios para melhorá-la, visto que a partir de um selo, podemos ver de forma mais clara os pontos fortes e fracos”, destaca o acadêmico da 3ª fase de Engenharia Mecânica, Arthur de Melo.

Interdisciplinaridade

O coordenador de Engenharia Civil, professor Jaison Knoblauch, salienta que esse contato entre os estudantes de outros cursos proporciona uma visão mais ampla sobre o papel da sua profissão na sociedade. “O engenheiro deve buscar o desenvolvimento de materiais de qualidade e, sobretudo, com um viés sustentável. É nesse sentido que a pesquisa acadêmica é tão importante para a formação desses futuros profissionais”, frisa Knoblauch.

Os Selos de Certificação criados pelos acadêmicos foram direcionados às empresas parceiras. O intuito dos cursos é incentivar a continuidade em pesquisas científicas ou em Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).

“Embora seja um trabalho que careça de continuidade e que pode ser estendido a diferentes segmentos, todos ganharam nesse processo, no qual em última análise a relação da cadeia de suprimentos e, por fim, o consumidor final tende a ser beneficiado pela possibilidade de escolha de produtos/empresas que melhor atendam aos seus interesses”, conclui o coordenador de Engenharia de Produção, professor Marcelo Merízio.

Curricularização da Extensão

O projeto desenvolvido pelos cursos de Engenharia de Produção, Engenharia Civil e Engenharia Mecânica faz parte da Curricularização da Extensão. Constituído por meio da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018, pelo Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior, o documento que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014- 2024.

De acordo com a resolução, a Extensão deve se integrar à matriz curricular dos cursos e promover a interação entre as instituições de ensino e a sociedade, por meio da troca de conhecimentos, cultura e diálogo.

A pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, professora Edineia da Silva, e o pró-reitor de Graduação, professor Sidnei Gripa, explicam que o objetivo da Curricularização da Extensão é estimular a formação cidadã dos estudantes de modo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico, articulando ensino, extensão e pesquisa.

“O intuito é promover intervenções, por meio de projetos, programas, cursos e oficinas, eventos e até prestação de serviços, que envolvam diretamente o estudante com a comunidade externa. Essas ações precisam estar vinculadas à formação do aluno e devem viabilizar um diálogo construtivo e transformador entre a universidade e a sociedade”, salienta Edineia.

As atividades devem compor, no mínimo, 10% do total da carga horária curricular. Essa determinação começou neste semestre a ser implantada pela UNIFEBE, que aplicou com as primeiras fases de todos os cursos de Graduação. Durante a pandemia do novo coronavírus os trabalhos foram desenvolvidos via take-home, método de ensino adotado com êxito pela instituição.

 

FONTE:
FERRAMENTAL


Estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica e Engenharia Civil avaliaram produtos da Açopeças e Zen S/A. Qualidade, Sustentabilidade e Nacionalidade foram os três pilares usados pelos acadêmicos para avaliar as peças automobilísticas produzidas pela Açopeças e Zen S/A.  A atividade de extensão realizada com os estudantes da 1ª fase de Engenharia Mecânica, Civil e demais fases da Engenharia de Produção, visou prop...

Estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica e Engenharia Civil avaliaram produtos da Açopeças e Zen S/A.

Qualidade, Sustentabilidade e Nacionalidade foram os três pilares usados pelos acadêmicos para avaliar as peças automobilísticas produzidas pela Açopeças e Zen S/A.  A atividade de extensão realizada com os estudantes da 1ª fase de Engenharia Mecânica, Civil e demais fases da Engenharia de Produção, visou proporcionar o contato com a indústria metalmecânica da região, de modo a contribuir com a melhoria dos processos de produção.

Para auxiliar na criação do Selo de Certificação, os acadêmicos participaram de uma visita técnica virtual nas duas empresas. Além de explicar sobre o desenvolvimento dos produtos automobilísticos, cada empresa indicou um engenheiro responsável para acompanhar os trabalhos dos estudantes e sanar suas dúvidas.

A coordenadora de Engenharia Mecânica, professora Susan Thiessen, explica que a ideia era instigar o questionamento sobre os requisitos do produto e os controles de qualidade. “As perguntas feitas pelos alunos fizeram as empresas pensarem os processos deles de um jeito um pouco diferente, e esse era o nosso objetivo, sugerir melhorias e apoiar a indústria local, valorizando o que é daqui”, enfatiza Susan.

Tampa do pistão do ar-condicionado, polia, planetária e pinhão foram algumas das peças entregues aos cinco grupos para avaliação. Cada equipe recebeu uma peça da Açopeças e uma da Zen S/A, e ficou responsável por desenvolver o layout do selo e definir quais requisitos e métricas seriam utilizadas na classificação. Na primeira etapa do projeto, além das tarefas diárias, os estudantes fizeram um relatório técnico sobre os produtos e um arquivo de apresentação.

As três melhores equipes passaram para a segunda etapa e puderam apresentar seus projetos para a banca avaliadora, composta pelos representantes das empresas e professores da UNIFEBE. O trabalho desenvolvido entre os cursos envolveu outras fases, que se mostraram interessadas em estudar sobre o assunto.

“Para nós, estudantes de engenharia, ter um bom resultado em uma certificação é como um prêmio para nosso trabalho e esforço. Pensar em como avaliar uma peça, nos faz entender os melhores meios para melhorá-la, visto que a partir de um selo, podemos ver de forma mais clara os pontos fortes e fracos”, destaca o acadêmico da 3ª fase de Engenharia Mecânica, Arthur de Melo.

Interdisciplinaridade

O coordenador de Engenharia Civil, professor Jaison Knoblauch, salienta que esse contato entre os estudantes de outros cursos proporciona uma visão mais ampla sobre o papel da sua profissão na sociedade. “O engenheiro deve buscar o desenvolvimento de materiais de qualidade e, sobretudo, com um viés sustentável. É nesse sentido que a pesquisa acadêmica é tão importante para a formação desses futuros profissionais”, frisa Knoblauch.

Os Selos de Certificação criados pelos acadêmicos foram direcionados às empresas parceiras. O intuito dos cursos é incentivar a continuidade em pesquisas científicas ou em Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC).

“Embora seja um trabalho que careça de continuidade e que pode ser estendido a diferentes segmentos, todos ganharam nesse processo, no qual em última análise a relação da cadeia de suprimentos e, por fim, o consumidor final tende a ser beneficiado pela possibilidade de escolha de produtos/empresas que melhor atendam aos seus interesses”, conclui o coordenador de Engenharia de Produção, professor Marcelo Merízio.

Curricularização da Extensão

O projeto desenvolvido pelos cursos de Engenharia de Produção, Engenharia Civil e Engenharia Mecânica faz parte da Curricularização da Extensão. Constituído por meio da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018, pelo Ministério da Educação Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior, o documento que estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira, regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014- 2024.

De acordo com a resolução, a Extensão deve se integrar à matriz curricular dos cursos e promover a interação entre as instituições de ensino e a sociedade, por meio da troca de conhecimentos, cultura e diálogo.

A pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura, professora Edineia da Silva, e o pró-reitor de Graduação, professor Sidnei Gripa, explicam que o objetivo da Curricularização da Extensão é estimular a formação cidadã dos estudantes de modo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico, articulando ensino, extensão e pesquisa.

“O intuito é promover intervenções, por meio de projetos, programas, cursos e oficinas, eventos e até prestação de serviços, que envolvam diretamente o estudante com a comunidade externa. Essas ações precisam estar vinculadas à formação do aluno e devem viabilizar um diálogo construtivo e transformador entre a universidade e a sociedade”, salienta Edineia.

As atividades devem compor, no mínimo, 10% do total da carga horária curricular. Essa determinação começou neste semestre a ser implantada pela UNIFEBE, que aplicou com as primeiras fases de todos os cursos de Graduação. Durante a pandemia do novo coronavírus os trabalhos foram desenvolvidos via take-home, método de ensino adotado com êxito pela instituição.

 

FONTE:
FERRAMENTAL


23 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Diariamente, desde a chegada da pandemia de coronavírus, a retomada da indústria está em pauta. No entanto, o pleno retorno das atividades industriais depende, além de uma série de fatores, do regresso dos fornecedores que compõem a sua cadeia de suprimentos. Muitas pequenas e médias empresas fornecedoras de peças usinadas, por exemplo, tiveram suas estruturas financeiras impactadas pela crise e deixaram de atender a demanda de outras empresas.

Bruno Diesel Gellert, fundador e CEO da Peerdustry – Manufatura Compartilhada, destacou que nas últimas décadas a área de supply chain do setor de usinagem passou por poucas mudanças, durante o webinar “Usinagem de peças sob demanda em rede digital de manufatura compartilhada”, realizado no dia 13 de julho, pela Abimaq. “Houve pouca inovação ao longo dos anos. Hoje, muitas empresas trabalham com fluxos ineficientes e análogicos, além de uma pequena rede de fornecedores. A indústria ainda trabalha de forma analógica, muita coisa por telefone e por e-mail, sem uso de plataformas digitais ou aplicativos”, disse.

Segundo Gellert, a pandemia afetou negativamente a cadeia global de suprimentos, já que muitas empresas perderam crédito para compra de matéria-prima ou saíram do mercado – e, não só no Brasil, mas no mundo, e não só no segmento de usinagem. Ele ressaltou que, apesar de as empresas maiores possuírem caixa, elas não contam com uma cadeia de fornecedores bem estruturada. “É preciso olhar além do fornecedor primário, pois ele também depende de uma série de outros fornecedores. Com o home office, ficou evidente a necessidade de investimento em ferramentas digitais para o gerenciamento dos negócios. A pandemia serviu para nos mostrar como trabalhamos a nossa cadeia de suprimentos”, afirmou o CEO.

O executivo usou como exemplo o fornecimento de peças MRO (Manutenção, Reparo e Operações), que rodam na linha de produção. “Se o fornecedor parar, a linha de produção do cliente final também para. Ou seja, uma produção de alto custo, muitas vezes é parada pela falta de uma peça de baixo custo. Isso é um problema anterior à pandemia”, apontou Gellert. Portanto, neste cenário, o uso de plataformas de manufatura sob demanda focada em peças de usinagem, como a Peerdustry, se mostra um porto seguro para a indústria.

Por meio da plataforma, é possível acessar centenas de fornecedores. O objetivo da Peerdustry de agregar, em um só lugar, produtos e serviços para atendimento do mercado de peças usinadas (abastecimento, compra, produção, qualidade, venda e entrega), se enquadrando no conceito “one stop shop”.

O uso de plataformas de manufatura compartilhada, de acordo com Gellert, pode trazer muitas mudanças para o segmento. “Antes a flexibilidade em relação à quantidade de fornecedores era muito baixa. Com este modelo de rede, é muito alta. O aumento do número de fornecedores atinge uma maior quantidade de especialistas que buscam peças ou serviços de usinagem”, explicou. Entre os benefícios da adoção de uma plataforma estão: aumento da digitalização, queda no risco da interrupção do fornecimento, maior eficiência no processo de compra da peça e melhor compliance.

Para Gellert, o uso de uma rede de manufatura sob demanda depende, entre outros fatores, de uma mudança na cultura da empresa. “É preciso pensar diferente”, afirmou. Outro fator importante está relacionado aos desenhos técnicos das peças: “Muitas empresas não possuem os desenhos das peças MRO e ficam presas ao fornecedor. Por isso, destacamos a importância de ter acesso a uma rede de projetistas para ajustar e criar desenhos, além de outros serviços nessa área”. O CEO também mencionou a importância da indústria de bens de capital começar a consumir peças sob demanda como uma medida de redução da estrutura de custo fixo interno.

No geral, as empresas estão utilizando ferramentas digitais como a Peerdustry para compras de peças MRO, gestão de contratos de peças de baixa recorrência, terceirização de peças antigas para produtos em garantia, terceirização de peças usinadas de baixo valor agregado (foco no core business), protótipos e nacionalização de peças.

Atualmente, a principal carteira da Peerdustry é de MRO, com mais de 1600 homologações de máquinas. O modelo de plataformas digitais dedicadas à usinagem, segundo Gellert, está ganhando espaço no mercado global, principalmente nos Estados Unidos, que sempre foi bastante dependente da manufatura da China, país que enfrentou um longo período de isolamento social por conta da Covid-19. “A solução de manufatura em rede é extremamente adaptada para o cenário que estamos vivendo, com muita incerteza, variação de oferta e demanda e pouco contato social”, concluiu Gellert.

A Peerdustry recentemente lançou a Academia Peerdustry – http://academia.peerdustry.com – que traz conteúdo dedicado à manufatura compartilhada em usinagem.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


Diariamente, desde a chegada da pandemia de coronavírus, a retomada da indústria está em pauta. No entanto, o pleno retorno das atividades industriais depende, além de uma série de fatores, do regresso dos fornecedores que compõem a sua cadeia de suprimentos. Muitas pequenas e médias empresas fornecedoras de peças usinadas, por exemplo, tiveram suas estruturas financeiras impactadas pela crise e deixaram de atender a ...

Diariamente, desde a chegada da pandemia de coronavírus, a retomada da indústria está em pauta. No entanto, o pleno retorno das atividades industriais depende, além de uma série de fatores, do regresso dos fornecedores que compõem a sua cadeia de suprimentos. Muitas pequenas e médias empresas fornecedoras de peças usinadas, por exemplo, tiveram suas estruturas financeiras impactadas pela crise e deixaram de atender a demanda de outras empresas.

Bruno Diesel Gellert, fundador e CEO da Peerdustry – Manufatura Compartilhada, destacou que nas últimas décadas a área de supply chain do setor de usinagem passou por poucas mudanças, durante o webinar “Usinagem de peças sob demanda em rede digital de manufatura compartilhada”, realizado no dia 13 de julho, pela Abimaq. “Houve pouca inovação ao longo dos anos. Hoje, muitas empresas trabalham com fluxos ineficientes e análogicos, além de uma pequena rede de fornecedores. A indústria ainda trabalha de forma analógica, muita coisa por telefone e por e-mail, sem uso de plataformas digitais ou aplicativos”, disse.

Segundo Gellert, a pandemia afetou negativamente a cadeia global de suprimentos, já que muitas empresas perderam crédito para compra de matéria-prima ou saíram do mercado – e, não só no Brasil, mas no mundo, e não só no segmento de usinagem. Ele ressaltou que, apesar de as empresas maiores possuírem caixa, elas não contam com uma cadeia de fornecedores bem estruturada. “É preciso olhar além do fornecedor primário, pois ele também depende de uma série de outros fornecedores. Com o home office, ficou evidente a necessidade de investimento em ferramentas digitais para o gerenciamento dos negócios. A pandemia serviu para nos mostrar como trabalhamos a nossa cadeia de suprimentos”, afirmou o CEO.

O executivo usou como exemplo o fornecimento de peças MRO (Manutenção, Reparo e Operações), que rodam na linha de produção. “Se o fornecedor parar, a linha de produção do cliente final também para. Ou seja, uma produção de alto custo, muitas vezes é parada pela falta de uma peça de baixo custo. Isso é um problema anterior à pandemia”, apontou Gellert. Portanto, neste cenário, o uso de plataformas de manufatura sob demanda focada em peças de usinagem, como a Peerdustry, se mostra um porto seguro para a indústria.

Por meio da plataforma, é possível acessar centenas de fornecedores. O objetivo da Peerdustry de agregar, em um só lugar, produtos e serviços para atendimento do mercado de peças usinadas (abastecimento, compra, produção, qualidade, venda e entrega), se enquadrando no conceito “one stop shop”.

O uso de plataformas de manufatura compartilhada, de acordo com Gellert, pode trazer muitas mudanças para o segmento. “Antes a flexibilidade em relação à quantidade de fornecedores era muito baixa. Com este modelo de rede, é muito alta. O aumento do número de fornecedores atinge uma maior quantidade de especialistas que buscam peças ou serviços de usinagem”, explicou. Entre os benefícios da adoção de uma plataforma estão: aumento da digitalização, queda no risco da interrupção do fornecimento, maior eficiência no processo de compra da peça e melhor compliance.

Para Gellert, o uso de uma rede de manufatura sob demanda depende, entre outros fatores, de uma mudança na cultura da empresa. “É preciso pensar diferente”, afirmou. Outro fator importante está relacionado aos desenhos técnicos das peças: “Muitas empresas não possuem os desenhos das peças MRO e ficam presas ao fornecedor. Por isso, destacamos a importância de ter acesso a uma rede de projetistas para ajustar e criar desenhos, além de outros serviços nessa área”. O CEO também mencionou a importância da indústria de bens de capital começar a consumir peças sob demanda como uma medida de redução da estrutura de custo fixo interno.

No geral, as empresas estão utilizando ferramentas digitais como a Peerdustry para compras de peças MRO, gestão de contratos de peças de baixa recorrência, terceirização de peças antigas para produtos em garantia, terceirização de peças usinadas de baixo valor agregado (foco no core business), protótipos e nacionalização de peças.

Atualmente, a principal carteira da Peerdustry é de MRO, com mais de 1600 homologações de máquinas. O modelo de plataformas digitais dedicadas à usinagem, segundo Gellert, está ganhando espaço no mercado global, principalmente nos Estados Unidos, que sempre foi bastante dependente da manufatura da China, país que enfrentou um longo período de isolamento social por conta da Covid-19. “A solução de manufatura em rede é extremamente adaptada para o cenário que estamos vivendo, com muita incerteza, variação de oferta e demanda e pouco contato social”, concluiu Gellert.

A Peerdustry recentemente lançou a Academia Peerdustry – http://academia.peerdustry.com – que traz conteúdo dedicado à manufatura compartilhada em usinagem.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


23 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Estão abertas as inscrições para uma nova turma do Start Gerdau, iniciativa da empresa em parceria com o projeto Start, criado pela Accenture e realizado em colaboração com o Instituto Ser+. O Start promove formação e capacitação profissional de jovens de baixa renda na cidade de São Paulo. Interessados podem se candidatar ao curso gratuito por meio do link: https://bit.ly/2W2HNFW, até o dia 31 de julho.

A turma terá início na primeira semana de setembro, totalmente à distância. A partir de outubro, parte das aulas poderá ser retomada no formato presencial e com turmas reduzidas, seguindo os protocolos de distanciamento social e de forma alinhada às decisões do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura da capital. O curso tem previsão de encerramento no início de dezembro.

Para fazer parte do programa, os alunos devem ter entre 18 e 24 anos, ensino médio completo ou em fase de conclusão em instituição da rede pública, fazer parte de núcleo familiar com renda inferior a um salário mínimo por pessoa e não podem ter vínculo empregatício atual. Com meta de empregabilidade dos alunos em 70% em áreas administrativas e de tecnologia, o programa deve gerar novas oportunidades e fomentar o acesso ao ecossistema da economia digital.

O curso tem duração de aproximadamente três meses (200 horas), com aulas e exercícios de qualificação em habilidades técnicas e comportamentais, especialmente focadas em administração, inovação e tecnologia. As sessões on-line serão realizadas por meio da plataforma Cisco Webex, enquanto as presenciais estão previstas para ocorrer na sede do Instituto Ser +, localizada na Universidade São Judas Tadeu, no bairro da Mooca, em São Paulo.

No intuito de assegurar condições de igualdade no mercado, as turmas do Start Gerdau deverão ter 55% de presença feminina para serem iniciadas. Os selecionados ainda recebem auxílios como material pedagógico e convênio odontológico. Os jovens formados pelo programa são encaminhados para processos de recrutamento nas empresas parceiras e têm acompanhamento da equipe do Ser+ até seis meses após o fim do curso para ingresso no mercado de trabalho.

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo de jovens em situação de vulnerabilidade social, a Gerdau contribui com o projeto por meio de mentorias on-line e presenciais realizadas por colaboradores voluntários da companhia. Os mentores auxiliam os participantes no desenvolvimento do projeto apresentado ao final do curso e compartilham suas experiências profissionais. Além disso, a empresa tem contribuído financeiramente para custear a execução do programa.

No início de julho, a Gerdau celebrou a conclusão de sua primeira turma no projeto Start. “Iniciamos a parceira com o Instituto Ser+ e a Accenture este ano por compreendermos que a iniciativa está alinhada com nossos esforços para potencializar o empreendedorismo e a transformação social a partir da educação. Nosso trabalho para empoderar pessoas envolve o estímulo ao desenvolvimento profissional e a inclusão social de jovens da periferia. A companhia tem apoiado projetos que capacitem atuais e futuros empreendedores, e nossos colaboradores estão engajados para participar. Ao todo, foram mais de 100 horas doadas pelos profissionais da Gerdau para realizar as mentorias da turma inicial”, explica Paulo Boneff, head de Responsabilidade Social da Gerdau.

No decorrer do projeto, o Instituto Ser+ contribuiu com sua Tecnologia Social voltada para o autoconhecimento, autoestima, descoberta de talentos, desenvolvimento humano, escolarização e profissionalização de jovens em situação de vulnerabilidade social. “A primeira turma, formada por 30 alunos, foi incentivada a descobrir seus talentos e, consequentemente, conquistar seu primeiro emprego. Apesar da pandemia, conseguimos finalizar o curso de forma on-line, o que se mostrou como um aprendizado para os próximos. Tanto o conteúdo quanto as mentorias foram mantidos visando três pilares: protagonismo social, valor compartilhado e novas oportunidades”, reforça Sofia Esteves, presidente do Instituto Ser+.

“Como líderes na área de tecnologia, temos o compromisso de aplicar soluções em escala para ajudar a resolver desafios sociais complexos. Usamos nossos conhecimentos em inovação digital para capacitar profissionais de forma alinhada às oportunidades de emprego e empreendedorismo existentes em cada mercado. O nosso papel é, junto com os nossos parceiros,  criar oportunidades e capacitar  pessoas para que possam construir carreiras em um mercado de trabalho em profunda transformação”, afirma Matthew Govier, diretor da Accenture e responsável pelo projeto no Brasil. Desde 2013, o Start da Accenture capacitou 1.658 jovens no país, dos quais 976 foram contratados pela consultoria ou por parceiros.

Inscrições Abertas – Programa Start Gerdau

Prazo: até 31 de julho
Inscrições gratuitas pelo link: https://bit.ly/2W2HNFW
Duração: aproximadamente três meses (200 horas)
Início do curso: setembro de 2020

 

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


Estão abertas as inscrições para uma nova turma do Start Gerdau, iniciativa da empresa em parceria com o projeto Start, criado pela Accenture e realizado em colaboração com o Instituto Ser+. O Start promove formação e capacitação profissional de jovens de baixa renda na cidade de São Paulo. Interessados podem se candidatar ao curso gratuito por meio do link: https://bit.ly/2W2HNFW, até o dia 31 de julho. A turma terá início na primeira semana ...

Estão abertas as inscrições para uma nova turma do Start Gerdau, iniciativa da empresa em parceria com o projeto Start, criado pela Accenture e realizado em colaboração com o Instituto Ser+. O Start promove formação e capacitação profissional de jovens de baixa renda na cidade de São Paulo. Interessados podem se candidatar ao curso gratuito por meio do link: https://bit.ly/2W2HNFW, até o dia 31 de julho.

A turma terá início na primeira semana de setembro, totalmente à distância. A partir de outubro, parte das aulas poderá ser retomada no formato presencial e com turmas reduzidas, seguindo os protocolos de distanciamento social e de forma alinhada às decisões do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura da capital. O curso tem previsão de encerramento no início de dezembro.

Para fazer parte do programa, os alunos devem ter entre 18 e 24 anos, ensino médio completo ou em fase de conclusão em instituição da rede pública, fazer parte de núcleo familiar com renda inferior a um salário mínimo por pessoa e não podem ter vínculo empregatício atual. Com meta de empregabilidade dos alunos em 70% em áreas administrativas e de tecnologia, o programa deve gerar novas oportunidades e fomentar o acesso ao ecossistema da economia digital.

O curso tem duração de aproximadamente três meses (200 horas), com aulas e exercícios de qualificação em habilidades técnicas e comportamentais, especialmente focadas em administração, inovação e tecnologia. As sessões on-line serão realizadas por meio da plataforma Cisco Webex, enquanto as presenciais estão previstas para ocorrer na sede do Instituto Ser +, localizada na Universidade São Judas Tadeu, no bairro da Mooca, em São Paulo.

No intuito de assegurar condições de igualdade no mercado, as turmas do Start Gerdau deverão ter 55% de presença feminina para serem iniciadas. Os selecionados ainda recebem auxílios como material pedagógico e convênio odontológico. Os jovens formados pelo programa são encaminhados para processos de recrutamento nas empresas parceiras e têm acompanhamento da equipe do Ser+ até seis meses após o fim do curso para ingresso no mercado de trabalho.

Com o objetivo de fomentar o empreendedorismo de jovens em situação de vulnerabilidade social, a Gerdau contribui com o projeto por meio de mentorias on-line e presenciais realizadas por colaboradores voluntários da companhia. Os mentores auxiliam os participantes no desenvolvimento do projeto apresentado ao final do curso e compartilham suas experiências profissionais. Além disso, a empresa tem contribuído financeiramente para custear a execução do programa.

No início de julho, a Gerdau celebrou a conclusão de sua primeira turma no projeto Start. “Iniciamos a parceira com o Instituto Ser+ e a Accenture este ano por compreendermos que a iniciativa está alinhada com nossos esforços para potencializar o empreendedorismo e a transformação social a partir da educação. Nosso trabalho para empoderar pessoas envolve o estímulo ao desenvolvimento profissional e a inclusão social de jovens da periferia. A companhia tem apoiado projetos que capacitem atuais e futuros empreendedores, e nossos colaboradores estão engajados para participar. Ao todo, foram mais de 100 horas doadas pelos profissionais da Gerdau para realizar as mentorias da turma inicial”, explica Paulo Boneff, head de Responsabilidade Social da Gerdau.

No decorrer do projeto, o Instituto Ser+ contribuiu com sua Tecnologia Social voltada para o autoconhecimento, autoestima, descoberta de talentos, desenvolvimento humano, escolarização e profissionalização de jovens em situação de vulnerabilidade social. “A primeira turma, formada por 30 alunos, foi incentivada a descobrir seus talentos e, consequentemente, conquistar seu primeiro emprego. Apesar da pandemia, conseguimos finalizar o curso de forma on-line, o que se mostrou como um aprendizado para os próximos. Tanto o conteúdo quanto as mentorias foram mantidos visando três pilares: protagonismo social, valor compartilhado e novas oportunidades”, reforça Sofia Esteves, presidente do Instituto Ser+.

“Como líderes na área de tecnologia, temos o compromisso de aplicar soluções em escala para ajudar a resolver desafios sociais complexos. Usamos nossos conhecimentos em inovação digital para capacitar profissionais de forma alinhada às oportunidades de emprego e empreendedorismo existentes em cada mercado. O nosso papel é, junto com os nossos parceiros,  criar oportunidades e capacitar  pessoas para que possam construir carreiras em um mercado de trabalho em profunda transformação”, afirma Matthew Govier, diretor da Accenture e responsável pelo projeto no Brasil. Desde 2013, o Start da Accenture capacitou 1.658 jovens no país, dos quais 976 foram contratados pela consultoria ou por parceiros.

Inscrições Abertas – Programa Start Gerdau

Prazo: até 31 de julho
Inscrições gratuitas pelo link: https://bit.ly/2W2HNFW
Duração: aproximadamente três meses (200 horas)
Início do curso: setembro de 2020

 

FONTE:
INSTITUTO AÇO BRASIL


23 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Os economistas do mercado financeiro melhoraram a estimativa para o nível de atividade e passaram a prever um tombo para a economia brasileira abaixo de 6% neste ano.

A projeção faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, a previsão de queda passou de 6,10% para 5,95%. Para 2021, a expectativa de crescimento foi mantida em 3,50%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão.

Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC, os analistas do mercado financeiro mantiveram em 1,72% a estimativa de inflação para 2020.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

O mercado segue prevendo nova queda da taxa básica de juros da economia brasileira em agosto deste ano. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano. A previsão dos analistas é de que a taxa recue para 2% no início do mês que vem.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado permaneceu estável em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 55,25 bilhões para US$ 53,40 bilhões de superávit.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, caiu de US$ 55 bilhões para US$ 53,95 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 64,10 bilhões.

FONTE:
G1


Os economistas do mercado financeiro melhoraram a estimativa para o nível de atividade e passaram a prever um tombo para a economia brasileira abaixo de 6% neste ano.

Os economistas do mercado financeiro melhoraram a estimativa para o nível de atividade e passaram a prever um tombo para a economia brasileira abaixo de 6% neste ano.

A projeção faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

Para o do Produto Interno Bruto (PIB) de 2020, a previsão de queda passou de 6,10% para 5,95%. Para 2021, a expectativa de crescimento foi mantida em 3,50%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão.

Inflação abaixo de 2%

Segundo o relatório divulgado pelo BC, os analistas do mercado financeiro mantiveram em 1,72% a estimativa de inflação para 2020.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

O mercado segue prevendo nova queda da taxa básica de juros da economia brasileira em agosto deste ano. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano. A previsão dos analistas é de que a taxa recue para 2% no início do mês que vem.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado permaneceu estável em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, ficou estável em R$ 5 por dólar.
  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55,15 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 55,25 bilhões para US$ 53,40 bilhões de superávit.
  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, caiu de US$ 55 bilhões para US$ 53,95 bilhões. Para 2021, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 64,10 bilhões.

FONTE:
G1


23 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Com o anúncio feito pela Honda na última segunda-feira, 13, de que retomou as atividades em suas fábricas de Sumaré e Itirapina, no interior paulista, já não há mais nenhuma montadora instalada no país com a operação paralisada devido à pandemia de Covid-19. As unidades da Honda eram as duas únicas plantas de produção de veículos no Brasil ainda nesta situação.

Cada montadora estabeleceu o próprio cronograma de paralisação e retomada. Fabricantes de caminhões e máquinas agrícolas, por exemplo, ficaram parados durante apenas um mês, enquanto a Honda permaneceu com as linhas de produção inativas praticamente durante quatro meses, limitando-se, neste período, a fabricar componentes de motores para o mercado externo.

Antes da Honda, as últimas montadoras a retomarem as atividades foram a Toyota e a PSA Peugeot, respectivamente nos dias 22 e 23 de junho – há quase um mês, portanto. Como a Honda neste momento, os fabricantes de modo geral reativaram gradualmente as linhas de produção, para adaptá-las aos protocolos de saúde e segurança adotados globalmente pelas marcas, e que visam proteger o trabalhador durante a jornada e no traslado de casa para o trabalho.

Diga-se que a proximidade da data de retorno do conjunto das montadoras a uma produção mais ou menos normal foi largamente superestimada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea.

De fato, o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, previa no final de abril que todas as montadoras iriam voltar a produzir carros até o começo de junho. Não foi, como se vê agora, o que aconteceu. Esta prolongada paralisação trouxe consequências bastante negativas para o setor, que vive hoje uma crise ainda pior do que as das décadas de 1980 e 90 e a de 2015-16.

Produção pela metade – Segundo a Anfavea, devido especialmente à pandemia, a produção acumulada nos seis primeiros meses deste ano foi de 729,5 mil veículos. O número representa queda de 50,5% na comparação com o primeiro semestre de 2019. A situação, na verdade, foi se estabilizando gradualmente à medida que o semestre avançava – em junho, a produção, de 98,7 mil unidades, foi 129,1% superior à de maio -, mas ainda muito distante do registrado em julho do ano passado, exatos 57,7%.

Esses números ruins e a baixa expectativa quanto ao desempenho da economia no segundo semestre faz com que a associação projete uma produção de 1.630 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2020, volume 45% inferior ao de 2019. “É uma estimativa dramática, sim, mas realista”, disse o presidente da Anfavea, reconhecendo o tamanho do estrago provocado pelo coronavírus, e que, naturalmente, afetará também as vendas ao longo do ano.

A entidade projeta vendas de 1.675 milhão de unidades em 2020, queda de 40% diante do ano passado, com 200 mil unidades exportadas, redução de 53% na comparação com 2019, já considerando a variação de estoques e as importações de veículos. As vendas muito fracas no primeiro semestre justificam este pessimismo. Foram licenciados no período 808,8 mil veículos, recuo de 38,2% sobre o mesmo semestre de 2019. As exportações totalizaram 119,5 mil no semestre, queda de 46,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

A ironia é que esta drástica redução de expectativas vem em um ano em que as empresas projetavam crescimento de quase 10%. Luiz Carlos Moraes admitiu que talvez apenas em 2025 o setor retorne aos níveis de 2019.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


Com o anúncio feito pela Honda na última segunda-feira, 13, de que retomou as atividades em suas fábricas de Sumaré e Itirapina, no interior paulista, já não há mais nenhuma montadora instalada no país com a operação paralisada devido à pandemia de Covid-19. As unidades da Honda eram as duas únicas plantas de produção de veículos no Brasil ainda nesta situação.

Cada montadora estabele...

Com o anúncio feito pela Honda na última segunda-feira, 13, de que retomou as atividades em suas fábricas de Sumaré e Itirapina, no interior paulista, já não há mais nenhuma montadora instalada no país com a operação paralisada devido à pandemia de Covid-19. As unidades da Honda eram as duas únicas plantas de produção de veículos no Brasil ainda nesta situação.

Cada montadora estabeleceu o próprio cronograma de paralisação e retomada. Fabricantes de caminhões e máquinas agrícolas, por exemplo, ficaram parados durante apenas um mês, enquanto a Honda permaneceu com as linhas de produção inativas praticamente durante quatro meses, limitando-se, neste período, a fabricar componentes de motores para o mercado externo.

Antes da Honda, as últimas montadoras a retomarem as atividades foram a Toyota e a PSA Peugeot, respectivamente nos dias 22 e 23 de junho – há quase um mês, portanto. Como a Honda neste momento, os fabricantes de modo geral reativaram gradualmente as linhas de produção, para adaptá-las aos protocolos de saúde e segurança adotados globalmente pelas marcas, e que visam proteger o trabalhador durante a jornada e no traslado de casa para o trabalho.

Diga-se que a proximidade da data de retorno do conjunto das montadoras a uma produção mais ou menos normal foi largamente superestimada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea.

De fato, o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, previa no final de abril que todas as montadoras iriam voltar a produzir carros até o começo de junho. Não foi, como se vê agora, o que aconteceu. Esta prolongada paralisação trouxe consequências bastante negativas para o setor, que vive hoje uma crise ainda pior do que as das décadas de 1980 e 90 e a de 2015-16.

Produção pela metade – Segundo a Anfavea, devido especialmente à pandemia, a produção acumulada nos seis primeiros meses deste ano foi de 729,5 mil veículos. O número representa queda de 50,5% na comparação com o primeiro semestre de 2019. A situação, na verdade, foi se estabilizando gradualmente à medida que o semestre avançava – em junho, a produção, de 98,7 mil unidades, foi 129,1% superior à de maio -, mas ainda muito distante do registrado em julho do ano passado, exatos 57,7%.

Esses números ruins e a baixa expectativa quanto ao desempenho da economia no segundo semestre faz com que a associação projete uma produção de 1.630 milhão de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus em 2020, volume 45% inferior ao de 2019. “É uma estimativa dramática, sim, mas realista”, disse o presidente da Anfavea, reconhecendo o tamanho do estrago provocado pelo coronavírus, e que, naturalmente, afetará também as vendas ao longo do ano.

A entidade projeta vendas de 1.675 milhão de unidades em 2020, queda de 40% diante do ano passado, com 200 mil unidades exportadas, redução de 53% na comparação com 2019, já considerando a variação de estoques e as importações de veículos. As vendas muito fracas no primeiro semestre justificam este pessimismo. Foram licenciados no período 808,8 mil veículos, recuo de 38,2% sobre o mesmo semestre de 2019. As exportações totalizaram 119,5 mil no semestre, queda de 46,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

A ironia é que esta drástica redução de expectativas vem em um ano em que as empresas projetavam crescimento de quase 10%. Luiz Carlos Moraes admitiu que talvez apenas em 2025 o setor retorne aos níveis de 2019.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


10 de julho de 2020 Canal Tubotech0

A fábrica que a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) mantém em Goiana, Pernambuco, passa a ser comandada por uma mulher, a engenheira pernambucana Juliana Coelho, de apenas 31 anos. Segundo a montadora, é a primeira vez que a posição é ocupada por uma mulher na América Latina.

Juliana substitui Pierluigi Astorino, que deixou o cargo de Plant Manager da fábrica Jeep para assumir o cargo de diretor de Manufatura Latam. Por sua vez, Astorino, de 38 anos, assume o cargo do também italiano Francesco Ciancia, que retorna à Itália com a missão de liderar a manufatura das marcas Maserati e Alfa Romeo.

Com a mudança, o Polo Automotivo Jeep, em Goiana (PE), passa a ser liderado por Juliana Coelho. A engenheira assume o cargo de Plant Manager de uma das mais modernas fábricas da FCA no mundo. “Estou feliz em estrear esse novo ciclo na FCA, é um desafio e eu gosto de desafios”, afirma a pernambucana, que começou sua trajetória no mercado automobilístico dentro do grupo.

Juliana iniciou a carreira em 2013, como Especialista de Processo de Pintura, tendo passado por treinamentos em fábricas da FCA na Itália e na Sérvia. Fez parte do primeiro time de funcionários do Polo Automotivo Jeep e desde então vem construindo uma carreira ascendente. Já exerceu os cargos de supervisora e gerente da Pintura e gerente da Montagem na Jeep, além de ter chefiado a área de VLM, responsável por novos desenvolvimentos na manufatura LATAM, no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG). “Cresci com o DNA Jeep e essa experiência no Vehicle Line Manufacturing LATAM me deu a oportunidade de entender melhor a região da América Latina, de adquirir uma bagagem interessante para essa nova etapa”.

Por onde passou, segundo o comunicado da FCA, Juliana Coelho se destacou pelo conhecimento técnico e pela habilidade de liderar. Agora, dará continuidade ao trabalho de aperfeiçoar ainda mais a produção da Jeep, que em 2019 conquistou a certificação Prata do World Class Manufacturing, se tornando a planta que alcançou esse nível em menor tempo de operação na América Latina. “O Polo Automotivo Jeep vem de um ciclo importante de aprimoramento em excelência em qualidade. Vamos continuar evoluindo, dando ênfase ao desenvolvimento de produtos, à contínua melhoria de processos e investindo nas nossas pessoas, sem dúvidas um dos principais diferenciais da Jeep”.

Pierluigi Astorino – Italiano, Pierluigi Astorino iniciou sua carreira no Grupo FCA em 2006, na planta de Mirafiori, Itália. Destacou-se como International Projects Leader, com desenvolvimento de projetos nas plantas do grupo nas quatro regiões do globo, e com tal expertise foi selecionado para compor o time do Projeto Pernambuco, sendo um dos responsáveis pela implementação e operação inicial da planta Jeep no Brasil por três anos. Após essa experiência, foi responsável pela Engenharia de Manufatura da FCA na América Latina e, em 2018, retornou a Pernambuco, dessa vez para ocupar o cargo de Plant Manager.

Agora, Astorino assume a liderança da Manufatura Latam com a missão de conduzir um novo ciclo que envolve novas versões de modelos já consagrados e o lançamento de produtos inéditos da Jeep e da Fiat. “O grande desafio é continuar com a trilha do desenvolvimento de nossos talentos, acreditar no potencial do nosso time e expandir a excelência da manufatura para todas as plantas na América Latina”, afirma. A meta é focar em capacitação, novas tecnologias e novos padrões, ampliando o alto nível de excelência da produção na região. “Vamos buscar o selo Ouro no World Class Manufacturing”, destaca, referindo-se ao WCM, sistema de produção de classe mundial adotado em todas as plantas da FCA no mundo.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


A fábrica que a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) mantém em Goiana, Pernambuco, passa a ser comandada por uma mulher, a engenheira pernambucana Juliana Coelho, de apenas 31 anos. Segundo a montadora, é a primeira vez que a posição é ocupada por uma mulher na América Latina.

Juliana substitui Pierluigi Astorino, que deixou o cargo de Plant Manager da fábrica Jeep para assumir o cargo de d...

A fábrica que a Fiat Chrysler Automóveis (FCA) mantém em Goiana, Pernambuco, passa a ser comandada por uma mulher, a engenheira pernambucana Juliana Coelho, de apenas 31 anos. Segundo a montadora, é a primeira vez que a posição é ocupada por uma mulher na América Latina.

Juliana substitui Pierluigi Astorino, que deixou o cargo de Plant Manager da fábrica Jeep para assumir o cargo de diretor de Manufatura Latam. Por sua vez, Astorino, de 38 anos, assume o cargo do também italiano Francesco Ciancia, que retorna à Itália com a missão de liderar a manufatura das marcas Maserati e Alfa Romeo.

Com a mudança, o Polo Automotivo Jeep, em Goiana (PE), passa a ser liderado por Juliana Coelho. A engenheira assume o cargo de Plant Manager de uma das mais modernas fábricas da FCA no mundo. “Estou feliz em estrear esse novo ciclo na FCA, é um desafio e eu gosto de desafios”, afirma a pernambucana, que começou sua trajetória no mercado automobilístico dentro do grupo.

Juliana iniciou a carreira em 2013, como Especialista de Processo de Pintura, tendo passado por treinamentos em fábricas da FCA na Itália e na Sérvia. Fez parte do primeiro time de funcionários do Polo Automotivo Jeep e desde então vem construindo uma carreira ascendente. Já exerceu os cargos de supervisora e gerente da Pintura e gerente da Montagem na Jeep, além de ter chefiado a área de VLM, responsável por novos desenvolvimentos na manufatura LATAM, no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG). “Cresci com o DNA Jeep e essa experiência no Vehicle Line Manufacturing LATAM me deu a oportunidade de entender melhor a região da América Latina, de adquirir uma bagagem interessante para essa nova etapa”.

Por onde passou, segundo o comunicado da FCA, Juliana Coelho se destacou pelo conhecimento técnico e pela habilidade de liderar. Agora, dará continuidade ao trabalho de aperfeiçoar ainda mais a produção da Jeep, que em 2019 conquistou a certificação Prata do World Class Manufacturing, se tornando a planta que alcançou esse nível em menor tempo de operação na América Latina. “O Polo Automotivo Jeep vem de um ciclo importante de aprimoramento em excelência em qualidade. Vamos continuar evoluindo, dando ênfase ao desenvolvimento de produtos, à contínua melhoria de processos e investindo nas nossas pessoas, sem dúvidas um dos principais diferenciais da Jeep”.

Pierluigi Astorino – Italiano, Pierluigi Astorino iniciou sua carreira no Grupo FCA em 2006, na planta de Mirafiori, Itália. Destacou-se como International Projects Leader, com desenvolvimento de projetos nas plantas do grupo nas quatro regiões do globo, e com tal expertise foi selecionado para compor o time do Projeto Pernambuco, sendo um dos responsáveis pela implementação e operação inicial da planta Jeep no Brasil por três anos. Após essa experiência, foi responsável pela Engenharia de Manufatura da FCA na América Latina e, em 2018, retornou a Pernambuco, dessa vez para ocupar o cargo de Plant Manager.

Agora, Astorino assume a liderança da Manufatura Latam com a missão de conduzir um novo ciclo que envolve novas versões de modelos já consagrados e o lançamento de produtos inéditos da Jeep e da Fiat. “O grande desafio é continuar com a trilha do desenvolvimento de nossos talentos, acreditar no potencial do nosso time e expandir a excelência da manufatura para todas as plantas na América Latina”, afirma. A meta é focar em capacitação, novas tecnologias e novos padrões, ampliando o alto nível de excelência da produção na região. “Vamos buscar o selo Ouro no World Class Manufacturing”, destaca, referindo-se ao WCM, sistema de produção de classe mundial adotado em todas as plantas da FCA no mundo.

FONTE:
USINAGEM BRASIL


10 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Índice subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos em maio; começa a ganhar força percepção de que pior momento pode já ter passado.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos no mês anterior. O índice se mantém em patamar historicamente baixo, mas, com a alta do bimestre maio-junho, recupera 61% das perdas do bimestre março-abril.

Após chegar a mínimos históricos em abril, a confiança dos empresários avançou, novamente influenciada pela melhora das expectativas. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 19,4 pontos, para 82,4, recuperando 60% das perdas do bimestre março-abril. O índice que retrata a situação corrente dos negócios (ISA-E) subiu 8,7 pontos, para 72,6, recuperando 36% das perdas no mesmo período.

O Indicador de Demanda Prevista (para três meses à frente) subiu 27,4 pontos, para 81,2, e o Indicador de Emprego Previsto (idem) subiu 16,8 pontos, para 74,5. O Indicador de Expectativas com a Situação dos Negócios – único componente do IE-E que mira o horizonte de seis meses – avançou 13,7 pontos, para 80,0.

A confiança subiu nos quatro setores integrantes do ICE, com alta tanto dos índices de expectativas (mais expressiva) quanto dos índices de percepção em relação à situação atual, à exceção do setor da Construção, em que o ISA-Construção ficou praticamente estável. Na métrica de médias móveis trimestrais, a confiança continuou recuando em todos os setores.

Difusão

A confiança setorial, que havia recuado em todos os segmentos integrantes do ICE em abril, avançou em 78% deles em maio e em todos os 49 segmentos em junho.

“A evolução tímida dos indicadores de situação atual no mês sugere que a situação econômica continuou muito fraca em junho, com destaque negativo para o setor de serviços, cujo Índice de Situação Atual (ISA) encontra-se ainda bem mais próximo do seu mínimo histórico que do nível pré-pandemia”, comenta Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas do Ibre/FGV, no relatório.

“Apesar dos níveis elevados de incerteza, começa a ganhar força no meio empresarial a percepção de que o pior momento pode já ter passado. Com isso, as expectativas tornaram-se menos pessimistas, formando um cenário compatível com o de uma lenta retomada do nível de atividade econômica”, acrescenta.

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo Ibre/FGV: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

FONTE:
G1


Índice subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos em maio; começa a ganhar força percepção de que pior momento pode já ter passado.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE...

Índice subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos em maio; começa a ganhar força percepção de que pior momento pode já ter passado.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) subiu 14,9 pontos em junho, para 80,4, após avançar 9,8 pontos no mês anterior. O índice se mantém em patamar historicamente baixo, mas, com a alta do bimestre maio-junho, recupera 61% das perdas do bimestre março-abril.

Após chegar a mínimos históricos em abril, a confiança dos empresários avançou, novamente influenciada pela melhora das expectativas. O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 19,4 pontos, para 82,4, recuperando 60% das perdas do bimestre março-abril. O índice que retrata a situação corrente dos negócios (ISA-E) subiu 8,7 pontos, para 72,6, recuperando 36% das perdas no mesmo período.

O Indicador de Demanda Prevista (para três meses à frente) subiu 27,4 pontos, para 81,2, e o Indicador de Emprego Previsto (idem) subiu 16,8 pontos, para 74,5. O Indicador de Expectativas com a Situação dos Negócios – único componente do IE-E que mira o horizonte de seis meses – avançou 13,7 pontos, para 80,0.

A confiança subiu nos quatro setores integrantes do ICE, com alta tanto dos índices de expectativas (mais expressiva) quanto dos índices de percepção em relação à situação atual, à exceção do setor da Construção, em que o ISA-Construção ficou praticamente estável. Na métrica de médias móveis trimestrais, a confiança continuou recuando em todos os setores.

Difusão

A confiança setorial, que havia recuado em todos os segmentos integrantes do ICE em abril, avançou em 78% deles em maio e em todos os 49 segmentos em junho.

“A evolução tímida dos indicadores de situação atual no mês sugere que a situação econômica continuou muito fraca em junho, com destaque negativo para o setor de serviços, cujo Índice de Situação Atual (ISA) encontra-se ainda bem mais próximo do seu mínimo histórico que do nível pré-pandemia”, comenta Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas do Ibre/FGV, no relatório.

“Apesar dos níveis elevados de incerteza, começa a ganhar força no meio empresarial a percepção de que o pior momento pode já ter passado. Com isso, as expectativas tornaram-se menos pessimistas, formando um cenário compatível com o de uma lenta retomada do nível de atividade econômica”, acrescenta.

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pelo Ibre/FGV: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

FONTE:
G1


10 de julho de 2020 Canal Tubotech0

Indústria de Máquinas e Equipamentos registrou o pior mês de maio dos últimos cinco anos, mas recuo foi menor que o esperado, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso. “Nós tivemos uma queda importante nas exportações, um aumento nas importações que acarretou em um aumento de 12% e uma queda no faturamento no setor de 7%.”

A recuperação no primeiro trimestre foi revertida em abril, com a queda de 25,5%, faturamento de R$ 7,9 bilhões. Em maio as receitas subiram para R$ 9,5 bilhões, mas um declínio de 13,7% sobre maio do ano passado.

Além disso, o crédito é ainda motivo para grande reclamação. As linhas com fundo garantidor, eram uma esperança dos empresários. “Somados os juros médios que os bancos vão operar com o custo de gerir, estamos falando de 16% a 20% ao ano. O que nós consideramos inaceitável.”

Os segmentos com bom desempenho estão ligados ao bens não duráveis, como alimentos, embalagens e plástico. Entre os mais afetados pela crise estão: a indústria de transformação, setor automotivo, bens de capital e logística.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

FONTE:
JOVEMPAN


Indústria de Máquinas e Equipamentos registrou o pior mês de maio dos últimos cinco anos, mas recuo foi menor que o esperado, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso. “Nós tivemos uma queda importante nas exportações, um aumento nas importações que acarretou em um aumento de 12% e uma queda no faturamento no setor de 7%.” A recuperação no primeiro trimestre foi revertida em a...

Indústria de Máquinas e Equipamentos registrou o pior mês de maio dos últimos cinco anos, mas recuo foi menor que o esperado, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso. “Nós tivemos uma queda importante nas exportações, um aumento nas importações que acarretou em um aumento de 12% e uma queda no faturamento no setor de 7%.”

A recuperação no primeiro trimestre foi revertida em abril, com a queda de 25,5%, faturamento de R$ 7,9 bilhões. Em maio as receitas subiram para R$ 9,5 bilhões, mas um declínio de 13,7% sobre maio do ano passado.

Além disso, o crédito é ainda motivo para grande reclamação. As linhas com fundo garantidor, eram uma esperança dos empresários. “Somados os juros médios que os bancos vão operar com o custo de gerir, estamos falando de 16% a 20% ao ano. O que nós consideramos inaceitável.”

Os segmentos com bom desempenho estão ligados ao bens não duráveis, como alimentos, embalagens e plástico. Entre os mais afetados pela crise estão: a indústria de transformação, setor automotivo, bens de capital e logística.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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